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segunda-feira, 26 de dezembro de 2022

SOLAR DOS ZAGALLOS > PAINEL CERÂMICA E SUA HISTÓRIA

 


Este o painel cerâmica que se pode ver no Jardim do Solar dos Zagallos, datado de  2018.

Projecto concebido pela IMARGEM - Associação de Artistas Plásticos de Almada, no âmbito  do curso de Cerâmica realizado no Solar dos Zagallos.

Desenho original de Luís Tavares coordenador/Formador , Jorge Garcia. Participaram, Adélia Arrifes, Ana Cardoso, Elizabete Leite, Maria Elisabete Sousa, Elsa Pinheiro, Fátima Arcangelo, Herminio Nogueira, Jusete Nogueira, Nuno Loureiro e Rosa Alves.

 


Entrada principal dos Zagallos, na Sobreda, depois de passar por este portão parta á descoberta

 


 

terça-feira, 6 de abril de 2021

Plano Inclinado/Estaleiro do Porto Brandão: Imóvel de Interesse Municipal (IM) Pedido de parecer à DGPC -Direcção Geral do Património Cultural MUNICÍPIO DE ALMADA Fevereiro 2019


Em reunião do Executivo Municipal realizada no dia 20 de janeiro de 2020, a Câmara Municipal de Almada deliberou, por unanimidade, ao abrigo do disposto no n.º 1 do artigo 57.º do Decreto-Lei n.º 309/2009, de 23 de Outubro, proceder à abertura do procedimento de classificação do Plano Inclinado/Estaleiro do Porto Brandão como imóvel de interesse municipal (IM), atendendo a que se trata de bem imóvel cuja proteção e valorização representa um valor cultural de significado predominante para o Município de Almada, conforme edital n.º 392/2020 de 18 de fevereiro, publicado no Diário da República n.º 53, 2ª série, de 16 de março de 2020.

O referido edital a partir da data de publicação no Diário da Repúblia,esteve em periodo de consulta pública durante 30 dias, durante o qual os elementos que instruem o processo, nomeadamente os elementos relevantes, a proposta de reunião de câmara e a planta de localização,estiveram disponiveis para consulta de todos os interessados, no Museu Naval de Almada da Câmara Municipal de Almada, bem como na página eletrónica da Câmara Municipal de Almada.

 

Estaleiro de construção e reparação naval de navios em madeira, com implantação ribeirinha, integrado no Núcleo Histórico do Porto Brandão (de acordo com “Delimitação de Núcleos Históricos”, aprovada em reunião de câmara de 11 de julho de 1986) e abrangido pela Área de Reabilitação Urbana (ARU) do Porto Brandão (Edital n.º 158/2016, “Operação de Reabilitação Urbana de Porto Brandão” – DR, 2ª série, n.º 35 de 19 de fevereiro). 


6.1. Época construtiva: Séculos XIX e XX

6.2. Síntese histórica

 Ao longo do litoral do Concelho de Almada, em todos os lugares onde é possível obter um varadouro ou um abrigo a favor de uma praia de areia, desenvolveram-se atividades de pesca e trafego marítimo de pessoas e mercadorias. 

Decorrente destas atividades, aproveitando as condições naturais proporcionadas pelas praias e restingas abrigadas, portinhos e antigos esteiros, fixaram-se ao longo dos séculos na “Banda d’Além” alguns estaleiros artesanais e outros de média dimensão ou capacidade de construção e reparação de navios em madeira, onde os trabalhos eram normalmente executados a céu aberto passando mais tarde a ser executados em recintos cobertos, total ou parcialmente. 

Com os estaleiros surgiram profissões como por exemplo: os carpinteiros de machado e os calafates, entre outros. 

Até ao século XVII o Porto Brandão, povoação localizada na margem esquerda do estuário do Tejo no final de um talvegue/linha de água que tem início na Torre de Caparica, passando pela Fonte Santa, desaguando na praia do Porto Brandão, era um local pouco povoado e na sua origem tem, naturalmente, as atividades ligadas ao Rio como a pesca, os transportes fluviais e a construção e reparação naval.

 Em meados do século XVIII, era um dos principais portos de mar do concelho de Almada. Aqui era o local onde, desde tempos antigos, se traçavam e reparavam os Meia-Lua da Costa de Caparica e da vizinha Trafaria, embarcações dos pescadores locais, que teriam lugar na praia com as embarcações querenadas. 

Na primeira metade do século XIX era uma referência importante e regular na atividade da construção e reparação naval em madeira, cuja presença na margem Sul remonta a épocas mais recuadas. Será nesta época que a referência ao funcionamento de estaleiros de construção naval, vocacionados para a construção de navios em madeira em Almada, menciona o Porto Brandão como o local onde esta atividade era regular e tinha alguma importância, sendo o Plano Inclinado já referenciado no Plano Hydrographico do Porto de Lisboa, levantado de 1845 a 1847. Este estaleiro e os doSeixal e Amora, juntamente com os da Junqueira e de Santos, construíam entre dez e doze navios por ano.

 Na segunda metade do século XIX, em 1854, é lançada à água a décima quarta construção deste estaleiro e três anos mais tarde, José Pedro Colares usufruindo dos apoios concedidos pelo Estado para a introdução de novas tecnologias participa no capital de uma sociedade que tinha conseguido a concessão para a construção, no lugar do Porto Brandão, de docas e planos inclinados. 

Em 1861 a Empresa de Planos Inclinados, de que são subscritores António José de Sousa Almada e o engenheiro hidráulico Thomas White, obtém nova concessão e dois anos mais tarde, em 1863, é declarada a utilidade pública e consequente expropriação de uma parcela do Largo do Porto Brandão para a instalação de armazéns e oficinas dos concessionários, estando em adiantado estado de construção o plano inclinado para alagem de navios de 700 toneladas de porte. O plano inclinado (pioneiro em Portugal) cujos carros de alagem eram movidos por uma poderosa máquina a vapor já se encontrava já em laboração em 1865. 

O estaleiro mantem-se em atividade e em 1949 são feitos melhoramentos nas instalações por iniciativa do industrial da construção naval Gonçalo José Gonçalves, que se instala no Porto Brandão onde constrói e repara várias traineiras de pesca do alto.

 Mais tarde, em 1953, o estaleiro e plano inclinado é vendido a Alfredo “Cegueta”, industrial que seria natural desta localidade, até que a Cooperativa de Rebocadores “Os Catraeiros” passa a utilizar as instalações para apoio à sua frota. 

A introdução do ferro e do aço na construção naval associada ao declínio das atividades fluviais resultantes da inauguração, em 1966, da Ponte sobre o Tejo levam ao abandono progressivo da construção e navegação tradicional e das profissões relacionadas com o Rio. Os estaleiros que em Cacilhas, Margueira e Mutela trabalhavam com madeira abandonam os locais ou cessam a laboração sendo que o do Porto Brandão, o único existente no concelho, mantém a sua atividade durante todo o século XX. 

Em Almada, o Plano Inclinado/Estaleiro do Porto Brandão, o único in situ de construção e reparação de navios em madeira, constituído por pontão de alvenaria com escadas de acesso em pedra em ambos os lados, plano inclinado com três carreiras e armazéns e oficinas de apoio, é, pela sua singularidade, um testemunho da intervenção transformadora do homem na paisagem ao longo do tempo e da sobrevivência das atividades tradicionais no território assumindo, por isso, interesse patrimonial relevante

 7. Caracterização arquitetónica

Caracterização arquitetónica O Plano Inclinado/Estaleiro do Porto Brandão, constituído por pontão de alvenaria (com cerca de 85m de extensão) paralelo à linha de costa para montante, no sentido Oeste/Este, com escadas de acesso, em pedra, em ambos os lados; definindo uma bacia onde se encontra a rampa, na qual se encontram instaladas três carreiras compostas por carris onde assentam os carros de alagem acionados por engenho de tração instalado no topo da rampa; do lado de terra, adossado ao pontão, encontrase um edifício de dois pisos, em alvenaria de tijolo, onde estão instalados armazéns, oficinas e escritórios; é o único de construção e reparação de navios em madeira ainda existente no Concelho.


 

quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Literatura - António José da Costa Neves e Rui de Almeida Paiva vencem Prémios Literários 2020 "Cidade de Almada"

 Literatura

Sem Pavor, o cão do Giraldo, de António José da Costa Neves, é a obra vencedora do 32.º Prémio Literário Cidade de Almada. A história com ninguém (e com Alguém), da autoria de Rui de Almeida Paiva, recebeu o Prémio Literário Maria Rosa Colaço, na sua 15.ª edição


A Câmara Municipal de Almada anunciou este sábado, dia 7 de novembro de 2020, os autores distinguidos no âmbito dos Prémios Literários Cidade de Almada e Maria Rosa Colaço 2020.
 
32.º Prémio Literário Cidade de Almada
 
A obra vencedora do 32.º Prémio Literário Cidade de Almada é Sem Pavor, o cão do Giraldo, da autoria de António José da Costa Neves.
 
Em 2020, apresentaram-se a concurso 56 obras originais.
 
Segundo o júri, a obra premiada é um «romance que alia História e ficção de um modo criativo. Centrando-se no século XII e nas lutas por território entre cristãos e muçulmanos, este romance conjuga fatalidade histórica, ironia narrativa e imaginação propriamente literária. A figura de Geraldo Geraldes Sem Pavor emerge como protagonista do universo violento da época, sendo mesmo designado “o cão do Giraldo” pelas populações árabes. A tragédia pessoal deste narrador/observador/comentador da História acompanha as múltiplas mortes e vozes do seu século, nomeadamente Afonso Henriques, que viria a ser rei.»
 
O Prémio Literário Cidade de Almada tem como objetivo promover e incentivar a criação literária, distinguindo obras inéditas em língua portuguesa.  Em ano par, Romance e ano ímpar Poesia. 
 
15.º Prémio Literário Maria Rosa Colaço
 
A obra vencedora da 15.ª edição do Prémio Literário Maria Rosa Colaço é A história com ninguém (e com Alguém), da autoria, Rui de Almeida Paiva.
 
Em 2020, apresentaram-se a concurso 62 obras originais.
 
Segundo o júri, «A história com ninguém (e com Alguém) alimenta uma reflexão sobre identidade e alteridade recorrendo a construções retóricas paradoxais e do absurdo. A progressão narrativa mantém a coerência e o equilíbrio diegético.»  
 
O Prémio Literário Maria Rosa Colaço foi instituído com o objetivo de homenagear esta escritora de literatura infantojuvenil, distinguindo obras inéditas em língua portuguesa.  Em ano par, Literatura Juvenil e ano ímpar Literatura Infantil.
 
Estes Prémios Literários são promovidos, anualmente, pela Câmara Municipal de Almada. 
 
Os prémios pecuniários são no valor de 5 000 euros para o Prémio Literário Cidade de Almada e de 5 000 euros para o Prémio Literário Maria Rosa Colaço.
 

Cmalmada
07/11/2020

quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Lançamento do livro "Planos Estratégicos de Desenvolvimento Desportivo Municipal" Esta sexta feira no Complexo Municipal dos Desportos "Cidade de Almada", no Feijó



Esta sexta-feira, 2 de outubro de 2020, é lançado, em Almada, o livro «Planos Estratégicos de Desenvolvimento Desportivo Municipal», da autoria de Jorge Machado. A apresentação estará a cargo de José Manuel Constantino, presidente do Comité Olímpico de Portugal.

    A Câmara Municipal de Almada  convida para apresentação do    livro «Planos Estratégicos de Desenvolvimento Desportivo Municipal», de Jorge Machado.

A apresentação estará a cargo de José Manuel Constantino, presidente do Comité Olímpico de Portugal.

A cerimónia de lançamento é pública e realiza-se no dia 2 de outubro de 2020, a partir das 21h30, no Complexo Municipal dos Desportos “Cidade de Almada”, no Feijó.

A entrada é livre, mediante disponibilidade do espaço e com base no cumprimento das normas de distanciamento social e etiqueta respiratória, definidas pela Direção-Geral de Saúde.

«Planos Estratégicos de Desenvolvimento Desportivo Municipal»

«… Nos dias de hoje, as políticas desportivas municipais têm de ser definidas e elaboradas tendo em conta as realidades do território em presença; as mesmas são naturalmente parte integrante das macro propostas que constituem os documentos elaborados em cada ciclo autárquico, sendo que muitas delas, para serem implementadas, necessitam de mais do que um mandato.

Nesse sentido, no que ao Desporto diz respeito é cada vez mais importante construir documentos orientadores que permitam um desenvolvimento sustentável, integrado e integrador, do que se pretende para um concelho/ território, que se quer para todos e de todos, de forma transversal no que à idade cronológica das populações diz respeito, mas também no que reporta à diversidade de estilos de vida socialmente vigentes.

É por isso, fundamental, a elaboração de Planos Estratégicos de Desenvolvimento Desportivo Municipal, que sirvam de base às decisões a tomar. …»

Jorge Machado

Jorge Machado é licenciado em Direito, pela Faculdade de Direito da Universidade do Porto (2008) e Pós-Graduado em Gestão Autárquica, pela Universidade Aberta (2015).

Jurista de profissão, tem por experiências profissionais o exercício da profissão de advogado, gestor, administrador e consultor. Exerceu funções de coordenação na Divisão de Desporto, da Câmara Municipal de Santo Tirso, entre os anos de 2013 e 2017.

Atualmente, desempenha funções de assessoria no Gabinete da Presidência da Câmara Municipal de Santo Tirso e foi eleito autarca local, nas eleições autárquicas de 2017, assumindo o cargo de Presidente da Assembleia de Freguesia de Vila das Aves. Além desta sua atividade profissional, é dirigente associativo, selecionador regional da Seleção Nacional de Karaté da Federação Nacional de Karaté - Portugal e formador no âmbito do Plano Nacional de Ética no Desporto (PNED).

Na qualidade de Embaixador para a Ética no Desporto colabora com o PNED e o Instituto Português do Desporto e Juventude no desenvolvimento de diversas ações de formação, sendo cronista em alguns jornais locais e regionais. Já no decurso deste ano (2019), recebeu uma menção honrosa na 7.ª edição do prémio de imprensa “Desporto com Ética” (2018), com um conjunto de artigos da sua autoria.

organização

Câmara Municipal de Almada

condições de participação

Entrada livre, mediante disponibilidade do espaço e com base no cumprimento das normas de distanciamento social e etiqueta respiratória, definidas pela Direção-Geral de Saúde.

informações

Departamento de Desporto

Complexo Municipal dos Desportos “Cidade de Almada”

Fonte: CMA

sábado, 18 de abril de 2020

NO DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS - INCLUO O PARQUE DA PAZ EM ALMADA


O Dia Internacional dos Monumentos e Sítios foi instituído em 18 de Abril de 1982 pelo ICOMOS e aprovado pela Unesco no ano seguinte. A partir de então, esta data comemorativa tem vindo a oferecer a oportunidade de aumentar a consciência pública relativamente à diversidade do património e aos esforços necessários para o proteger e conservar, permitindo,ainda,chamar a atençao para a sua vulnerabilidade.

Representando um momento anual de celebração da diversidade patrimonial, pretende-se que o dia18 de Abril funcione como um marco comemorativo do património nacional, mas que celebre, também a solidariedade internacional em torno da salvaguarda e da Valorização do património  de todo o mundo.

Neste dia de 18 de Abril de 2020, escolho como um dos  Sitios,o Parque da Paz,situado na cidade de Almada, com cerca de 60 hectares, consistindo no pulmão da cidade.
Inserindo no meio da cidade para além de zonas relvadas,matas,zonas de descanso, caminhos e lagos,um Monumento à Paz,de José Aurélio, com 40 metros de comprimento e 26 de altura.

 A HISTORIA DA PAZ - O TEMPO DA PAZ   (*)

A história do Parque da Paz, começa aquando,após o 25 de Abril de 1974, a Comissão Administrativa Democrática, resolveu cancelar os antigos planos de urbanização da cidade e começar a projetar um novo concelho.

Foi definido um conjunto de objectivos programáticos que permitiram reservar áreas para equipamentos culturais,educativos e espaços de lazer e serviços,colocando a população como os grandes destinatários das decisões locais. Nascia o Plano Parcial de Almada e, com ele, uma nova visão para a cidade,substituindo uma floresta de betão por um pulmão verde. Mas, reunir os atuais 60 hectares do Parque foi uma epopeia, porque os recursos eram muitos escassos e havia muitas prioridades: não havia tratamento de lixo,os esgotos corriam a céu aberto,a água não chegava aos andares mais altos das habitações...

Em 1986 concluiu-se a avaliação dos terrenos para expropriação e foram depositados à ordem do juiz da comarca 163 mil contos, conseguindo assim a declaração de utilidade pública para tomar posse do espaço e iniciar o projecto do professor Sidónio Pardal. Mas a alteração ao código de expropriações fez  disparar o valor das indemnizações os 5  milhões de contos.Apesar desta grande alteração ao valor a pagar, o excecutivo municipal não desistiu e, com muita determinação, imaginação e esforço, conseguiu reunir em vários anos recursos necessários.


A CONSTRUÇÃO DO PARQUE DA PAZ

À medida que iam sendo pagas as indemnizações fixadas por via judicial, conforme a lei, avançou-se com as obras no Parque da Paz,construído por uma equipa própria e, por etapas,entregue faseadamente aos almadenses.
Os dois grandes objectivos  foram travar uma verdadeira selva de cimento prevista para o local antes do 25 de Abril,e transformar aquele lugar,exposto ao trânsito e à poluição visual e acústica, numlugar aprazivel, com interioridade, com valor paisagístico próprio e que se torna-se numa referência para a cidade. Os terrenos foram totalmente remodelados, de forma a isolar o espaço através de barreiras visuais e acústicas e criar áreas interiores. Ao todo, foram plantadas cerca de  22.035 árvores,sendo  as espécies mais  representativas o sobreiro, o pinheiro manso, o pinheiro bravo,o carvalho, o cedro, a oliveira e a olaia.


(*) "in" O Tempo da Paz  -Almada Terra Futuro - Exposição
Fonte Cmalmada

O Tempo da Paz,extraímos a mensagem  da presidente da Câmara Municipal de Almada,Maria Emilia Neto Sousa.
"Com o 25 de Abril,Almada fez da revolução um verbo e, travando o caos urbanistico, começou a idealizar um lugar novo. O Parque da Paz
foi um sonho,antigo, dificíl de fazer acontecer,mas talvez por isso tenha este sabor especial. Para quem sonhou,para quem ousou persegui-lo,para quem não desistiu de oferecer ao concelho um espaço de excelência que demorou mais de duas décadas a acontecer. Por isso é preciso contar a sua história, sentir o peso de cada decisão,o porquê dos seus contornos, a sua alma!

Hoje, olhamos o Parque da Paz,inundado de gente, repleto de crianças,a correr livres, de pessoas a marchar, a correr, a andar de bicicleta, de jovens a namorar nos pórticos de xito e granito,num mundo só eu onde só o amor faz sentido... e pensamos: vale a pena!
Cada  noite mal dormida,a cada recuo, cada sobressalto.

A história do Parque da Paz é esmagadora, por isso,é tempo de contar O Tempo da PAz!"



terça-feira, 24 de setembro de 2019

Exposição “Pórtico de Identidade. A Lisnave em Almada" Museu Naval de Almada,dia 27 pelas 18,00 horas



Exposição Pórtico de Identidade. A Lisnave em Almada seta indicativa de direcção do conteúdo 
Separador

 Exposição “Pórtico de Identidade. A Lisnave em Almada"
Museu Naval de Almada

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     No âmbito da exposição Pórtico de Identidade. A Lisnave em Almada, a equipa do Museu Naval tem vindo a proceder a uma campanha de recolha de entrevistas e materiais diversos junto a antigos trabalhadores do estaleiro da Margueira.
     O estabelecimento do estaleiro da Lisnave mudou para sempre a fisionomia do concelho que à sombra do estaleiro de 300 toneladas ascendeu de vila a cidade em 1973. Chegaram a ser mais de 10.000 a trabalhar no estaleiro, e “todas as aldeias de Portugal parece que tinham uma pessoa na Lisnave”. Docas secas, pórtico gigante e guindastes, navios, aço e granalha, mas sobretudo gente de todo o país e das ex-colónias que aqui desembocavam à procura de melhores condições de vida e de trabalho, inserindo-se numa comunidade de já longa tradição operária. Diferentes experiências, diferentes culturas entrecruzaram-se naquele que foi o maior estaleiro nacional e um dos mais importantes a nível internacional, transportando em si memórias de um tempo outro que importa preservar e divulgar junto da demais comunidade, com especial destaque para a comunidade educativa.
     Estando a exposição aberta ao público desde novembro de 2018, a recolha de entrevistas continua em curso, porque o trabalho do museu não se esgota no imediato, já que é o futuro que está no horizonte. Como tal, convidam-se todos os antigos trabalhadores da Lisnave, bem como os demais trabalhadores da indústria naval do concelho, a entrar em contacto com o Museu Naval de Almada, no sentido de contribuir para a memória coletiva do concelho.
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Museu Naval de Almada
Olho de Boi

2800-205 Almada
Tel.: 21  272 49 80
Fax: 21 272 4989
E-mail: d
iv.museuspatrimonio@cma.m-almada.pt
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Preços:
Adultos: 0,61 €
Séniores (a partir dos 65 anos) e jovens entre os 12 e os 30 anos (inclusive) residentes e estudantes no Concelho de Almada: 0,31 €
Famílias: até 5 elementos: 2,24 €/ Até 10 elementos inclusive: 3,05 €
Grupos organizados mais de 10 pessoas/preço pessoa: 0,21 €

Bilhete conjunto /Passe Museus (válido de janeiro-dezembro de cada ano):
Adultos: 2,44 €
Séniores (a partir dos 65 anos) e jovens entre os 12 e os 30 anos (inclusive) residentes e estudantes no Concelho de Almada: 1,22 €
Famílias: até 5 elementos: 5,08€/ Até 10 elementos inclusive: 9,13 €
Grupos organizados mais de 10 pessoas/preço pessoa: 1,02 €
Gratuito menores de 12 anos, profissionais museus credenciados, professores credenciados, grupos escolaridade obrigatória.
                      
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A Câmara Municipal de Almada,convida V,Exª para a visita guiada à Exposição Pórtico de Identidade. A Lisnave em Almada com a presençade antigos trabalhadores e apresentação do Catálgo que se realiza no dia 27 de setembro,sexta feira pelas 18 horas no Museu Naval de Almada.


Fonte:Camara Municipal de Almada /Museu Naval de Almada

domingo, 15 de setembro de 2019

COSTA DE CAPARICA "REVISITAR O PASSADO DESTA FREGUESIA TÃO EMBLEMÁTICA DO NOSSO CONCELHO" [1]


Vou começar a publicar no Blogger - "O Meu Arquivo"  - 

"ALMADA NA HISTÓRIA" Boletim de Fontes Documentais editados pela Câmara Municipal de Almada e que fazem parte do Arquivo Histórico Municipal Casa Pargana.

Hoje escolhemos o Boletim Fontes Documentais , edição nº 32 de 2019,dedicado  há Freguesia da  Costa de Caparica,onde se narra parte da história da freguesia,terra de pescadores e turismo.

Apresentação

Em 2019 assinala-se o 70º aniversário da elevação da Costa de Caparica a sede de freguesia,terra de pescadores e de turismo.Foi no dia 12 de fevereiro de 1949,com a publicação em Diário do Governo que a Costa da Caparica alcançou o objetivo de autonomia administrativa no mapa do concelhio.

Para assinalar este acontecimento a Câmara Municipal de Almada dedica o conteúdo do Boletim de Fontes Documentais - Almada na História à divulgação de alguns documentos do rico e variado  património documental perservado no Arquivo Municipal,relacionados com a história e cultura da Costa de Caparica.

A evocação deste acontecimento é de particular simbolismo na evolução e afirmação hidtórica deste território no contexto concelhio,regional e nacional,e é odevido reconhecimento do singular carácter e identidade das gentes que edificaram o lugar,marcado pela relação com o mar.

A documentação histórica para conhecimento da Costa de Caparica no tempo, não é escassa mas encontra-se dispersa por diferentes arquivos.Esta edição identifica fontes de memória documental que nos revelam alguns acontecimentos mais ou menos conhecidos da vida social,económica, politica,cultural e religiosa do lugar,desde as primitivas ocupações da comunidade pescatória oriunda do litoral norte sul do país até aos meados dos anos 60 do século XX.

Neste contexto,seleconaram-se testemunhos dos atos institucionais,administrativos e politicos que moldaram o processo de criação da freguesia,iniciativas oficiais e particulares para promover e valorizar o desenvolvimento urbanístico e turístico da praia durante o Estado Novo,bem como dois testemunhos documentais inéditos da presença e atividade humana na praia da Costa,anteriores ao ano de 1770,e uma curiosa descrição médica de um habitante da Costa de Caparica.
Apresentam-se também documentos que constituem um retrato social e genealógico das diversas familias que habitaram a Costa no século XIX e um exemplo das vivências e crenças religiosas dos pescadores, com particular destaque aos papeis sociais protagonizados por José Ifigénio de Sousa e do padre Baltazar Carvalho.

Desejo a todos uma boa leitura,ao revisitar o passado desta freguesia tão emblemática do nosso concelho

A Presidente da Câmara Municipal de Almada, Inês de Medeiros

Fonte:"in". Edição nº 32 de 2019 do Boletim  Fontes Documentais, do Arquivo Histórico Municipal Casa Pargana
           
                      

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

EXPOSIÇÃO - 65 ANOS DO SMAS DE ALMADA - A ÁGUA E O SANEAMENTO EM ALMADA

 "um compromisso de tudo fazermos para que pela exposição passem até ao dia 31 de dezembro pelo menos 10% dos almadenses"  disse :José Gonçalves, presidente dos Smas
A exposição pode ser vista todo o ano de 2016,sendo uma oprtunidade de conhecer a história do saneamento em Almada,horário.quintas feiras das 15,h30 às 17h00
Está patente ao público desde ontem dia 24, na Praceta Ricardo Jorge, nº 5 no Pragal a  Exposição "A água e o saneamento em Almada", levada a cabo pelos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento, realizada no âmbito da comemoração dos 65 anos,

A exposição oferece um percurso através da história, das atividades e dos processos de abastecimento de água que tornaram possivel que o bem precioso água chegue às torneiras de todos os almadenses.er a forma integrada como os SMAS edificaram a cobertura de saneamento para todos e o tratamento das águas residuais, para defesa da saúde pública e do meio ambiente, tendo concretizado o ciclo urbano da água a 100% em Almada.

Para o presidente do Conselho de Administração dos Smas, o vereador José Gonçalves, assumiu na   inauguração da exposição a água e o saneamento em Almada -" um compromisso de tudo fazermos para que pela exposição passem até ao dia 31 de dezembro pelo menos 10% dos almadenses, objetivo dificil,mas possivel se todos divulgarmos e acima de tudo organizarmos visitas conjuntas, basta comunicar com os smas e marcar (geral@smasalmada.pt ou pelo tefefone).

Daí deixou um desafio - "às escolas de todos os níveis de ensino, infantários, IPSS, centros de dia, universidades, às empresas, às coletividades de cultura e recreio, aos bombeiros, forças de segurança, juntas de freguesia,câmara Municipal,... a todos os almadenses. Façam dos 65 anos dos SMAS de Almada um momento de partilha porque a água é de todos"..

A exposição está patente durante o ano de 2016, esta é uma oportunidade  de conhecer a nossa história e ver de perto a complexa rede existente no subsolo,os equipamentos e materiais que tornam possivel o serviço prestado pelos  SMAS,

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

COSTA POLIS SOFREU ROMBO,OS DANOS PROVOCADOS PELA INTEMPÉRIE

COSTA DE CAPARICA MAR REVOLTOSO PROVOCOU ESTRAGOS
O estado em que ficou alguns dos bares de apoio de praia, resultante do mau tempo que ocorreu no passado dia 2 de Fevereiro
E tudo o mar levou....

O molhe situado na zona do parque de campismo do Inatel foi o que mais sofreu com as investidas da ondulação
Dos muitos bares existentes este foi um dos que mais estragos sofreu
&&&&&&
AQUI PARTILHAMOS UM COMUNICADO ESCLARECIMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE ALMADA

Responsabilidade pelos danos provocados na Costa da Caparica pela intempérie

Tendo presente notícias vindas a público sobre a questão das responsabilidades relativamente à reparação dos danos provocados pela situação de intempérie que recentemente afetou a Costa da Caparica, entende a Câmara Municipal de Almada prestar os seguintes esclarecimentos:

A responsabilidade pelos apoios de praia é do Governo. Os concessionários dos apoios de praia pagam renda dos espaços que exploram à Sociedade Costapolis, SA.

A dissolução da Sociedade Costapolis, decidida pelo acionista maioritário Estado com a frontal oposição do acionista minoritário Município de Almada, criou uma situação de absoluto vazio ao nível da gestão das responsabilidades próprias daquela sociedade – como a Câmara Municipal de Almada vem sublinhando em permanência –, cabendo por isso exclusivamente ao Governo responder no presente aos problemas suscitados pelos concessionários dos apoios de praia.

É assim ao Governo que os concessionários dos apoios de praia se devem dirigir exigindo a adoção das medidas adequadas à reparação dos danos sofridos. A Câmara Municipal de Almada expressa entretanto, e uma vez mais como vem fazendo desde a primeira hora, a sua disponibilidade para prosseguir a intervenção no terreno, através da cedência de máquinas e trabalhadores que asseguram as operações de limpeza e remoção de destroços depositados na área atingida pelo temporal, procurando minimizar os efeitos dos danos provocados.

A falta de rigor na atribuição das responsabilidades relativas à reparação dos danos, que notícias recentes veiculadas por alguns órgãos de comunicação social traduzem, só poderá resultar em prejuízo dos próprios concessionários e da população da Costa da Caparica.

Aqueles que antes defenderam a dissolução da Sociedade Costapolis, e que surgem agora a tentar confundir a opinião pública sobre esta matéria, deverão igualmente ser responsabilizados por tudo quanto, no presente e no futuro, ameaça seriamente a concretização do Plano de Desenvolvimento Estratégico da Costa da Caparica.

A Câmara Municipal de Almada informa ainda que se encontra agendada uma reunião com todos os interessados nesta matéria, a realizar no próximo dia 15 de fevereiro, sábado, às 18.00 horas no Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental na Costa da Caparica, no quadro de um processo de ampla auscultação que visa contribuir ativamente para que seja possível encontrar as soluções que permitam a adoção das medidas adequadas e eficazes à resolução dos problemas registados e à prevenção de eventuais danos futuros.

Almada, 7 de Fevereiro de 2014
O Presidente da Câmara Municipal de Almada

domingo, 28 de julho de 2013

SUBMARINO BARRACUDA EM CACILHAS

SUBMARINO BARRACUDA JÁ ESTÁ EM CACILHAS PARA FAZER PARTE DO POLO MUSEOLÓGICO
Imagem captada a partir do morro de Cacilhas, com os trabalhos de docagem do Barracuda a decorrer
O submarino Barracuda cumpriu na passada quinta-feira, 25 de Julho, a última viagem para se juntar à fragata D. Fernando II e Glória no polo museológico que a Câmara de Almada e a Marinha Portuguesa estão a construir em Cacilhas.
 
Depois de 42 anos de serviço e um total de 52 mil horas de navegação, o último submarino da classe Albacora a sair do activo partiu da Base Naval de Lisboa, no Alfeite, para as docas dos antigos estaleiros navais da Parry & Son, junto ao cais de embarque da Transtejo.
Este acontecimento levou a Cacilhas algumas centenas de pessoas para presenciarem as manobras de entrada da doca nº 1 do submarino Barracuda, bem como  responsáveis da Marinha Portuguesa e representantes da autarquia almadense
 
“É um dia de muita alegria. O Barracuda podia, pura e simplesmente, ser desmantelado e perdermos uma memória de 42 anos de actividade”, disse o último comandante do submarino Barracuda, capitão-tenente Baptista Pereira, agora comandante do novo submarino Arpão.

“O Barracuda pertence a uma classe de submarinos que se chamou Albacora, que nasceu em 1967 e que teve quatro navios – o Albacora, o Barracuda, o Delfim e o Cachalote”,acrescentou. A tripulação era composta por 54 homens.
O capitão-tenente, sublinhou a competência da Marinha Portuguesa, lembrando que submarinos idênticos de outros países cessaram a actividade ao fim de 25 anos.
 



ESTAMOS A CONSTRUIR O NÚCLEO MUSEOLÓGICO
A presidente da Câmara de Almada, Maria Emília de Sousa, referiu à Lusa que a musealização do Barracuda, projecto que custou à autarquia cerca de 500.000 euros, só foi possível “graças às boas relações do município com a Marinha Portuguesa”.“Estamos a construir o núcleo museológico da Marinha Portuguesa no concelho de Almada. Temos de agradecer muito à Marinha Portuguesa que, com estas manobras delicadas, nos deu mais uma prova de grande rigor, de grande competência, no desempenho da sua missão”, disse.
A presidente da Câmara de Almada, Maria Emília de Sousa, referiu à Lusa que a musealização do Barracuda, projecto que custou à autarquia cerca de 500.000 euros, só foi possível “graças às boas relações do município com a Marinha Portuguesa”.
De acordo com a estimativa do responsável da Marinha pela musealização do Barracuda, Bossa Dionísio, os trabalhos vão prosseguir nos próximo meses, pelo que a abertura do submarino ao público não deverá acontecer antes do final de 2013.
 

terça-feira, 18 de junho de 2013

ESCULTURA DO DR.HORÁCIO LOURO

COSTA DE CAPARICA TEM ESCULTURA QUE HOMENAGEIA, HORÁCIO LOURO, DISTINTO MÉDICO QUE AÍ RESIDIU QUASE 40 ANOS


" EM 1996 A CÂMARA MUNICIPAL DE ALMADA ATRIBUI-LHE A MEDALHA DE OURO DE MÉRITO E DEDICAÇÃO"
A estátua do Dr.Horácio da Silva Louro, em plena Praça da Liberdade, na cidade da Costa de Caparica
A cidade da Costa de Caparica, conta a partir de 15 de Junho de 2013 de mais um monumento a pertétuar aqueles que denotadamente deram muito si á população local é ao concelho, neste caso uma escultura  de bronze da autoria de João Costa e Silva,de homenagem ao médico Horácio da Silva Louro, nascido em 5 de Janeiro de 1920 e faleceu aos 82 anos, a 6 de Maio de 2002, estátua que aquando da inauguração contou com a presença dos autarcas do concelho, entre eles a presidente da Câmara Municipal de Almada, Maria Emilia de Sousa e o presidente da Junta de Freguesia da Costa, António Neves e outras entidades, para além de  familiares do médico.
O médico Horácio Louro ficou conhecido por nunca ter recusado prestar cuidados médicos a ninguém, independentemente da condição social dos doentes.
Ainda em vida foi  agraciado pela Câmara Municipal de Almada, com a Medalha de Ouro de Mérito e Dedicação. Por sua vez a Junta de Freguesia da Costa, atribui-lhe a Medalha de Ouro da Costa de Caparica e recebeu também a Medalha de Mérito, dada pela ordem dos Médicos.

O Dr. HORÁCIO DA SILVA LOURO EXERCEU A CLINICA COMO UM VERDADEIRO JOÃO SEMANA
Foto tirada no passado domingo dia 16, na movimentada Praça da Liberdade,local onde foi erguida a Escultura em bronze da autoria de João Costa Silva de Homenagem em memória do Médico Horácio da Silva Louro, com a feira de antiguidades bem presente.
Inserimos aqui o "Extrato do texto da deliberação de 3 de Junho de 1966" e publicado no Livro" Insignias e Medalhas Municipais" e editado pela Câmara Municipal de Almada.

A placa que referencia a homenagem da Câmara
Municipal de Almada
"Nasceu em Lisboa em 1920
Horácio Louro,jovem médico,fez o internato nos Hospitais civis de Lisboa e exerceu depois Clinica Geral em Moura,durante  dez anos.
Em Almada montou consultório na Costa de Caparica,em 1960.Foi delegado de Saúde de 1962 a 1990,altura que se aposentou.
O Dr. Horácio da Silva Louro exerceu a clinica como um verdadeiro João Semana.tem sido,ao longo de 36 anos, médico dos pobres,para ele nunca houve horários a cumprir,onde estava o doente estava o Dr.Louro,fosse na Vila, fosse no mais recôndito pinhal,durante o dia,de madrugada ou de noite.
(...) A sua acção era tão intensa,tão humanitária,que não havia casa, na Costa de Caparica,onde não tivesse entrado para tratar de um doente.
Depois de aposentado continuou a atender empregados da Câmara,residentes na Costa e, sobretudo, a comunidade africana que vivia na Mata de Santo António".