domingo, 12 de novembro de 2017
Lançamento do livro de Carlos Abreu,na Escola Secundária Emídio Navarro,no dia 18 de novembro
A Associação de Antigos Alunos da Escola Emídio Navarro, convida os antigos alunos da imensa família "emídiana" do facebook, a participarem na Cerimónia de lançamento do livro "Eu sou da Emídio", obra escrita pelo nosso colega Prof. Carlos Abreu. A apresentação terá lugar no "Ginásio Prof. Silva Marques" da nossa escola,e a apresentação da obra está a cargo de António Sampaio da Novoa
sábado, 11 de novembro de 2017
Poesia »» A lua minha companheira de noitadas...
A lua
minha
companheira de noitadas,
copos e
guitarradas
falsa,
traidora,
que depois
da toda à noite na farra
me abandona
sem dizer nada
mal nasce a
madrugada.
Lua
companheira, que mesmo traiçoeira
me faz
companhia, depois do bar fechar
quando já
ninguém esta disposto a ficar.
Companheira nas sombras das incertezas
Ombro amigo
nas horas de fraqueza
luz da
escuridão nos momentos de tristeza.
Alexandra
Conduto
In livro de Memória - Alexandra Conduto
Nota de Imprensa »» CDU continuará a defender os interesses dos Almadenses e o desenvolvimento de Almada na Câmara Municipal
Face às noticias recentes, a Coordenadora Concelhia de Almada da CDU vem esclarecer:
Nota de Imprensa da CDU
A CDU Almada
reafirma publicamente a manutenção integral do seu compromisso com o
desenvolvimento do nosso Concelho e com os Cidadãos de Almada, e prosseguirá na
sua ação a intransigente defesa dos interesses, direitos e ambições de
progresso e bem-estar de todos os Almadenses.
Ainda que
arredados de responsabilidades de gestão na Câmara Municipal de Almada, os
eleitos pela CDU intervirão permanentemente pelas vias que a vida democrática
coloca à sua disposição nos órgãos municipais e em todos os momentos julgados
adequados no sentido da salvaguarda dos inalienáveis direitos dos cidadãos do
nosso Concelho.
Sobre o
conteúdo do Despacho nº 11/2017-2021, assinado com data do passado dia 3 de
novembro de 2017 pela Presidente da Câmara Municipal de Almada, através do qual
é determinada a distribuição de pelouros e responsabilidades de gestão na
Câmara Municipal para o mandato de 2017-2021, e sobre as decisões tomadas pela
Câmara Municipal na sua primeira reunião, a CDU Almada entende destacar duas
notas.
A primeira
prende-se com o peso que a decisão do PS de atribuir ao PSD, no quadro da
distribuição de pelouros e responsabilidades, cargos de gestão e
responsabilidades em áreas tão importantes como a Energia, Clima, Ambiente,
Espaços Verdes e Parques Urbanos, Rede Viária, Manutenção e Logística, e
Transportes, para os quais a CDU entende que o PSD não dispõe de expressão
política e apoio eleitoral que as justifique.
A segunda
nota prende-se com a composição do Conselho de Administração dos Serviços
Municipalizados de Água e Saneamento, cuja proposta foi aprovada na primeira
reunião da Câmara Municipal, com o voto favorável da Presidente e vereadores
eleitos pelo PS e pelo PSD, com o voto contra dos vereadores eleitos pela CDU e
com a abstenção da vereadora eleita pelo BE, o qual será integrado por dois
eleitos pelo Partido Socialista, incluindo a própria Presidente da Câmara
Municipal, e um eleito pelo Partido Social Democrata.
Esta
composição política do Conselho de Administração dos SMAS suscita à CDU as mais
sérias reservas quanto à garantia do prosseguimento de uma política de
afirmação e defesa intransigente de uma gestão pública e municipal da água
enquanto bem essencial e de primeira necessidade das populações.
Sendo
públicas as posições claramente assumidas pelo PSD relativamente às intenções
de privatização da gestão deste bem essencial, assim como são igualmente
públicas as incompreensíveis hesitações do PS neste domínio, as quais até ao
momento não foram claramente eliminadas, a decisão tomada gera naturais e
profundas preocupações relativamente à manutenção da gestão de excelência deste
bem essencial à vida humana, garantida pelos Serviços Municipalizados de
Água e Saneamento em permanência ao longo da
gestão da CDU.
O cenário
desenhado a partir destas decisões de início de mandato, permite concluir que o
caminho seguido pela força política vencedora – o PS – aliando-se à direita
como expediente para garantir uma maioria de eleitos na gestão da Câmara
Municipal que o Povo de Almada não quis, manifestamente, conferir-lhe, comporta
um sério risco rutura com a gestão de rigor, excelência e solidez prosseguida
em Almada pela CDU, que os almadenses bem conhecem e que se traduz num saldo
francamente positivo no que respeita à melhoria das condições de vida de todos
os Almadenses.
A
Coordenadora Concelhia de Almada da CDU
Almada, 10
de novembro de 2017
A Gala Jovens Talentos 2017»» Foram anunciados os vencedores e entregues os respetivos prémios
A Gala Jovens Talentos 2017 realizou-se ontem à noite dia 10 de novembro, no Teatro Municipal Joaquim Benite, em Almada, onde foram anunciados os nomes dos vencedores e entregues os respetivos prémios.
Vencedores da 8.ª edição do Concurso Jovens Talentos de Almada:
- Categoria «Almada, Cidade Educadora»
Prémio: Almadança – Associação Educativa e Artística (Dança)
Jovem Promessa: Equipa EPA SAT IV - Escola Profissional de Almada PROFORAL (Alunos)
- Categoria «Almada, Terra do Conhecimento»
Prémio: Ebimed Júnior – Empresa de Engenharia Biomédica
Jovem Promessa: Inês Gomes (Confronto entre Margens – Trabalho final de mestrado para a Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa)
- Categoria «Almada, Terra das Artes e Criatividade»
Prémio: André Alves (A Arte da Joalharia)
Jovem Promessa: José Castanheira (Design de videojogos e multimédia)
- Categoria «Almada, Terra do Empreendedorismo»
Prémio: Intolerável Clothing – Tiago Marques e Fábio Silva (Estilistas)
Jovem Promessa: Belant Moda Africana – Daniela Mendes (Estilista)
- Categoria «Almada, Terra Solidária e das Oportunidades»
Prémio: Tatiana Vieira (Percurso ligado ao voluntariado)
Jovem Promessa: Soraia Juma (Percurso ligado ao voluntariado)
- Categoria «Almada, Terra do Bem-estar e do Desporto»
Prémio: Diogo Moreira (Karaté)
Jovem Promessa: Rítmica de Grupo – Clube de Ginástica de Almada (Ginástica)
Número recorde de candidaturas
A 8.ª edição do Concurso Jovens Talentos – «Almada, Cidade Educadora» teve 71 candidaturas, correspondendo a 254 candidatas/os.
Prémios
Aos vencedores foram atribuídos prémios monetários no valor de 1200 euros (Prémio Almada Cidade Educadora), de 600 euros (restantes cinco categorias) e de 300 euros (Prémio Almada, Jovem Promessa, em cada uma das seis categorias).
Promovido pela Câmara Municipal de Almada, o Concurso Jovens Talentos, já na sua 8.ª edição, visa incentivar, reconhecer e distinguir os projetos e os percursos de jovens, dos 12 aos 35 anos, residentes, estudantes, trabalhadores ou que desenvolvam atividade relevante no concelho de Almada.
Fotos de:Conceição São Lopes
sexta-feira, 10 de novembro de 2017
POESIA »» Alexandra Conduto - O livro da "Memória" conta a história de amor incondicional de um pai por uma filha, que sou eu...
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| A autora, Alexandra Conduto |
Hoje vou dar a conhecer, a poetisa, Alexandra Conduto, autora de dois livros, Livro da memória – fragmentos da tua história, “tem poemas muito profundos carregados de dor muito profunda, quase a tocar a loucura do desespero” e recordar-te “, é mais leve, tem menos dor e mais saudade”.
Natural da Mina de S. Domingos, concelho de Mértola, distrito de Beja, Alexandra Rocha Conduto, nasceu em 11 de setembro de 1971, casada, mãe de dois filhos, viveu toda a sua vida na Mina de S. Domingos, Concelho de Mértola, Distrito de Beja.
Alexandra Conduto, descreveu-nos a sua terra - “É uma terrinha simpática, de pessoas afáveis, onde todos conhecem todos, daqueles sítios onde ainda bates à porta da vizinha do lado para pedir um pezinho de hortelã.
Vivi sempre ali e com a maior simplicidade, andei na escola primária, na antiga telescola, e depois no secundário na vila de Mértola”.
Atualmente vive em Palmela, trabalha na Câmara Municipal de Palmela e já lá vai 24 anos, é uma pessoa que gosta de ler e conversar, define-se como uma pessoa muito simples e é assim que quer continuar a ser, procura ser cada dia melhor pessoa, aspira a tentar ser um ser humano parecido com o seu pai, que lhe deu a educação, e lhe passou os princípios mais importantes para a vida.
Feita a apresentação desta poetisa, colocamos a primeira questão à nossa entrevistada.
- Como nasceu o gosto pela poesia?
“Sempre gostei muito de escrever, e desde muito cedo descobri que me era mais fácil expressar o que sentia pela escrita do que por gestos ou palavras.Gostava de escrever pequenas mensagens com os meus sentimentos".
-"Quando me casei e sai de casa, o meu pai não era muito chegado a conversa pelo telefone, então eu gostava de escrever o cartão do dia do pai ou de aniversário, e fazia sempre com uma mensagem um pequeno poema, o meu pai que era um homem simples e de coisas simples, nesses dias ficava sempre muito contente quando chegava correio para ele, e dizia sempre – escreves tão bem porque não escreves um livro?
E eu dizia sempre, - credo não que vergonha as outras pessoas a lerem o que eu sinto, não nem pensar.Escrevia sempre para ele porque ele apreciava o que eu escrevia”.
- Com esse seu gosto pela poesia, quis homenagear alguém?
- “Quando o meu pai morreu, foi um golpe muito duro para mim, pois o meu pai já tinha 85 anos, mas ainda assim eu achava que ele era uma muralha e nunca nada o iria derrubar, esqueci-me de pensar que ele era um comum mortal e que um dia também ele se cansou de lutar. Nesse dia o meu mundo desabou, e em todos os dias seguintes, até hoje eu tenho necessidade de lhe falar.
Comprei um caderno e comecei a traze-lo sempre comigo, colei fotos, letras de musicas e coisas que me faziam lembrar do meu pai e fui escrevendo os meus sentimentos.
Depois um dia lembrei-me de lhe pesar homenagem e fiz uma publicação de um poema no Facebook, e a reação das pessoas foi incrível, eu nunca tinha pensado que teria tão boa aceitação”.
- Foi a partir dessa publicação na rede social que pensou em avançar para escrever um Livro?
“Comecei a receber mensagens de pessoas a perguntar porque não escrever um livro?
Pensei resolvi fazer. Não foi fácil, gostava que tivesse sido um pouco diferente, mas escrevi, paguei e publiquei.
Não correu como eu teria gostado, mas, passei a ver isso como uma missão a cumprir e tenho trabalhado todos os dias nesse sentido”.
- Natural da Mina de S. Domingos, naturalmente o trabalho nas minas, absorvia muitos dos habitantes da aldeia. Isso também foi muito importante para si, beber essa fonte de conhecimentos?
- “Sim, sem dúvida aprendi muito com os residentes mais antigos, as suas histórias e as partilhas de coisas do passado.
O meu pai foi mineiro e as suas vivências sempre fizeram parte da minha vida”.
- Até agora já publicou dois livros, quer comentar, o conteúdo de ambos os livros?
- “O 1º Livro – Livro da memória – fragmentos da tua história, foi escrito nas horas de muita dor, raiva, revolta, tem poemas muito profundos carregados de dor muito profunda, quase a tocar a loucura do desespero. Tem precisamente 85 poemas, que era a idade que o meu pai tinha quando morreu, ou seja, um por cada ano da vida do meu pai”.
O 2 º livro – Recordar- te, é mais leve, tem menos dor e mais saudade. Na minha opinião pessoal acho que o meu pai iria ficar muito orgulhoso de mim, neste 2 livro, já no outro acho que ele ia ficar muito triste. (por eu ter tanta dor e tristeza dentro de mim).
- Tem tido apoios para a publicação desses livros?
- “Nas publicações não tive qualquer tipo de apoio, paguei tudo do meu bolso 3 edições do 1 e 1 edição com duas tiragens do 2.
Porém tive vários apoios de amigos, nos lançamentos, o primeiro tive o apoio da minha entidade patronal Câmara Municipal de Palmela, que me disponibilizou o auditório da biblioteca municipal de Palmela, para o lançamento, dos amigos que fizeram o apontamento musical, Albano Almeida na Viola de fado e Ana Pacheco Mendes com a sua maravilhosa voz, dos meus filhos e marido e de todos os amigos que estiveram presente nesse momento tão importante para mim e a equipa do Diário do Distrito, que também me fez uma entrevista para ajudar na divulgação do 1º livro".
- "O 2 º livro foi feito o lançamento no museu da música mecânica, a convite do Dr. Luís Cangueiro que me disponibilizou o auditório do museu. E mais uma vez o apontamento musical feito pelo Albano Almeida e Ana Pacheco Mendes”.
- Com a publicação desses dois livros, já teve por parte de alguma editora, algum convite para um novo projeto? Com um sorriso respondeu-nos!
- “Tirando isso fui convidada para participa no programa Ao Encontro da Poesia, na Radio da Quinta do Conde, onde também estive a fazer a apresentação dos livros.
Mas não tem sido fácil, os livros não foram feitos para ganhar dinheiro, foram feitos para manter viva a memória do meu pai, se me perguntar se eu consegui alcançar o meu objetivo. Não pois nunca entrei numa livraria ou numa superfície comercial e vi lá o meu livro disponível para que as pessoas o possam comprar, ler e partilhar”.
- “Tem no horizonte, a publicação de mais um livro?
- “Gostava sim, dessa vez um livro diferente, com poesia e fotografia”.
- Como escritora, qual o seu grande sonho na escrita?
- “Não sou escritora, nem nada que se pareça, o meu grande sonho era ver os meus livros distribuídos e a chegar a muitas mãos, não para ficar famosa ou conhecida que isso não me interessa, mas para poder partilhar com os outros um amor que nem a morte apagou”.
-O apoio da família?
-“O apoio
foi sempre total eu acho que os meus filhos gostam do que escrevo
principalmente os livros eles tem cada um o seu e lêem para eles não é o livro
da mãe e o livro do avô”.
Esta a entrevista possível com Alexandra Conduto,para dar a conhecer a sua poesia e aqui deixamos algo da sua poesia:
Alimento vãs esperanças no olhar
procuro, por entre os becos
das ruas sem saída,
um vislumbre do teu rosto
um sinal de ti.
Não encontro.
Não vi.
Tanta distância, queres tu assim de
mim?
Se eu entro, tu sais;
Se eu estou, já te foste embora;
Quando eu venho, já tu vais.
Não sei o que fazer
só sei que preciso de te ver
não consigo vencer
esta vontade, inútil, de te procurar
de te falar, sabendo que não me estas
a escutar.
Vou desistir,
deixar o tempo passar
não mais te procurar
porque no fundo do meu coração
eu sei que não te vou encontrar.
De: Alexandra
Conduto
Nota: Iremos aqui publicando alguns poemas da autora, este o nosso contributo para a divulgação do seu trabalho, junto dos nossos leitores..
quinta-feira, 20 de julho de 2017
CAMARA MUNICIPAL DE ALMADA, AVANÇA COM PLANO DE PORMENOR DO CAIS DO GINJAL
Projetos Estratégicos
20-07-2017
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| Cais do Ginjal, na sua parte final junto ao elevador panorâmico e o Jardim do Rio. Foto:Joaquim Candeias |
Este plano prevê a regeneração de uma frente ribeirinha única, com uma vista para o Tejo e Lisboa e um quilómetro de extensão.
A autarquia aprovou, a 19 de julho, a entrada em discussão pública do Plano de Pormenor (PP) do Cais do Ginjal. Depois de publicada em Diário da República, este período de participação vai estender-se por mais de quatro meses (120 dias úteis).
O Cais do Ginjal, que compreende uma frente ribeirinha superior a 80 mil m2, possui uma área de 1 km de extensão de ligação ao Tejo.
A sua localização, entre o Jardim do Rio, em Almada, e o terminal fluvial de Cacilhas, apresenta uma vista única para o rio Tejo e para Lisboa.
Através deste plano pretende-se reabilitar o cais ribeirinho e criar habitação, hotelaria, comércio, serviços, apartamentos turísticos, espaços públicos – mercados das artes e diversos equipamentos de apoio.
Na apresentação do PP, o presidente da Câmara Municipal, Joaquim Judas, lembrou que este projeto «apresenta soluções que protegem e requalificam esta área, ao mesmo tempo que valoriza a memória histórica do local, o território e o bem-estar de quem ali vive e trabalha, através da criação de mais postos de trabalho, conseguindo-se também uma maior atratividade para o concelho e para a região».
Plano de Pormenor do Cais do Ginjal - alguns dados:
Extensão linear da intervenção: 970 metros
População prevista: 693 habitantes
N.º de fogos previstos: 330
Espaço público existente: 6800 m2
Espaço público previsto: 21 500 m2
Área bruta de construção total: 98 700 m2
Habitação: 44 152 m2
Comércio/Serviços: 15 029 m2
Turismo: 10 880 m2
Estacionamento: 24 387 m2 (dos quais 11 300 m2 em silo)
Outros: 4250 m2 (áreas técnicas de apoio)
Equipamentos: relocalização da Casa Municipal da Juventude e do Centro Paroquial de bem-Estar Social de Cacilhas e Laboratório Natural – Centro de Estudos da Arriba
20-07-2017
Mais informações:cmalmada
sexta-feira, 14 de julho de 2017
O FORTE DE SÃO LOURENÇO DO BUGIO
O Forte de São Lourenço do Bugio, também conhecido como Forte de São Lourenço da Cabeça Seca ou simplesmente Torre do Bugio, localiza-se a meio das águas da foz do rio Tejo, na direcção da Cova do Vapor, Trafaria (que fica a Norte no Distrito de Setúbal) e da vila e concelho de Oeiras (que fica a Sul no Distrito de Lisboa), em Portugal. Inclui na sua estrutura o Farol do Bugio.
O local onde se ergue é um banco de areia formado pelo assoreamento da foz do rio, fruto da dinâmica da confluência de suas águas com as do oceano Atlântico, ao ritmo das marés. Sendo o único da região com a superfície acima da linha de marés durante todo o ano, ficou-lhe a toponímia de cabeço ou cabeça seca. A toponímia bugio pode ser atribuída, entre outras versões, ao francês bougie (vela), devido à semelhança da sua estrutura circular e da primitiva torre encimada por farol, com uma vela acesa sobre o seu castiçal[1].
fonte:Wikipédia
terça-feira, 16 de maio de 2017
Entrança – Festival Intercultural - no Centro Cívico do Fróis dias 27 e 28 de maio na Caparica
O Festival desenvolve-se no Centro Cívico do Fróis, que inclui um amplo espaço verde, as Piscinas Municipais da Caparica, a Biblioteca Municipal Maria Lamas e monumentos de arte pública como o Planisfério da Interculturalidade
Centro Cívico do Fróis – Caparica
ENTRADA LIVRE
Ouvir contadores de histórias, lançar papagaios ao vento, caminhar pelo meio de azinhagas, participar em oficinas de percursão, assistir a espetáculos de humor mudo, provar a gastronomia africana, desenhar, pintar, dançar. São mais de 40 as propostas do Entrança – Festival Intercultural, que acontece dias 27 e 28 de maio, no Centro Cívico do Fróis, na Caparica. das 10h às 24h., com Entrada Livre
A Interculturalidade é o tema central deste festival, que se desenrola num bairro com cerca de 13 500 habitantes, de origens culturais diversas. O objetivo é potenciar, valorizar e dar visibilidade à multiculturalidade deste território, construir uma nova imagem para o bairro, afirmando as singulares, capacidades e conhecimento dos seus residentes.
O Festival desenvolve-se no Centro Cívico do Fróis, que inclui um amplo espaço verde, as Piscinas Municipais da Caparica, a Biblioteca Municipal Maria Lamas e monumentos de arte pública como o Planisfério da Interculturalidade, construído através de um projeto educativo de coesão social em ambiente escolar, envolvendo mais de dois mil alunos desta área.
Este será um espaço de convívio, experimentação e de fruição durante os dois dias do festival, que encerra em cada dia com um concerto, sempre às 23h. Na primeira noite sobem ao palco osÁTOA, na segunda ouve-se Maria Alice, uma cantora dos sons de Cabo Verde.
Organização
Câmara Municipal de Almada
Junta da União das Freguesias de Caparica e Trafaria
Entidades Parceiras
Agrupamento de Escolas Miradouro de Alfazina
Ar.Co - Centro de Arte & Comunicação Visual
Associação Cultural O Mundo do Espetáculo
Associação de Moradores CHUT2
Centro de Arqueologia de Almada
Clube Recreativo União Raposense
Companhia de Teatro ABC.Pi
Comunidade residente
Lifeshaker Associação
Revolution Art
Santa Casa da Misericórdia de Almada:
Centro Comunitário PIA II
Teatro Extremo
Entrança – Festival Intercultural
27 e 28 de maio
Centro Cívico do Fróis – Caparica
(Junto à Biblioteca Municipal Maria Lamas)
Gastronomia * Música * Dança * Artes Plásticas * Artesanato
* Desporto * Contadores de Histórias * Passeios * Arte Urbana*
Programa completo em:
Nota de Imprensa: cmalmada
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