terça-feira, 30 de agosto de 2016

Hoje ao completares mais um aniversário, fico feliz por ti, e de ter-te como companheira e a mãe dos nossos filhos

Feliz Aniversário, Maria....
Neste dia de aniversário desejo - te toda a felicidade do mundo.
A teu lado me sinto um homem grande. És o meu suporte. És a esposa, companheira, mãe e avó. Tens sido a mulher maravilhosa que eu conheci quando tinhas 16 anos.
A teu lado vivi e vivo, momentos de alegrias e tristezas, a teu lado senti e sinto o AMOR real de uma grande MULHER, a teu lado partilhamos o nosso AMOR.
Hoje ao completares mais um aniversário, fico feliz por ti, e de ter-te como companheira e a mãe dos nossos filhos.
Os teus problemas de saúde, partilho contigo essa dor, essa ansiedade e esse sofrimento, também sofro com o teu sofrimento. És uma mulher resistente, lutador e isso faz de ti uma vencedora.
Mas estou sempre presente na tua dor no teu sofrimento, abiquei de alguns dos meus hobbies, para estar sempre a teu lado e ser o teu suporte de vida.
Poderia estar aqui muito mais tempo a narrar os meus sentimentos, mas as lágrimas me estão impedindo, no entanto direi minha amiga, Feliz Aniversário e iremos continuar lado a lado, no amor, na felicidade e no sofrimento. Um beijinho muito grande para ti minha amiga, Maria Augusta Candeias
Almada, 30 de Agosto de 2016
Joaquim Candeias

sexta-feira, 8 de julho de 2016

VISITEI A CATEDRAL DE SANT - NICOLAS EM FRIBOURG NA SUICA

Foto; JoaquimfCandeias
De visita a  Fribourg, depois de visitar o museum de histöria natural, é como que  empurrar a porta de um sótão ... e entrar no mundo misterioso de morcegos - exposição souris.Une do Museu de História Natural de Fribourg, dirigido por FRIbat - CCO Freiburg, o grupo Freibourg para o estudo e protecção bald - rato, e Wapico (que aqui em pröximos posts, iremos publicar algumas imagense), visitei a cidade e o Catedral St - Nicolas, um impotente monumento, com inicio da sua construção 1283 e sua conclusão em finais de 1490.
Segundo a lenda, a torre de 74 metros, está inacabada, porque não havia dinheiro sobrando. Uma jóia da arquitetura gótica, o between catedral foi construída em 1283 e 1490.

A encantadora cidade aninhado entre os meandros das TIC rio, o Sarine, Fribourg é considerado para ser um dos assentamentos medievais mais bonitas da Europa. Desde que foi fundada pelos duques de Zahringen em 1157.
Passagem pela ponte Saint-Jean na visita caminho da
Catedral.

A primeira igreja St. Nicolas está relacionado com a fundação da cidade de Friburgo. Na ausência de carta fundadora, a pesquisa histórica tem para reter a data de 1157, quando o Duque Berthold IV do Zähringen (cerca de 1125-1186), a visitar a região, fundou uma cidade em um terraço com vista para o Sarine . A igreja paroquial foi fundada no rescaldo, na terra que, em seguida, hospedado nenhum outro edifício religioso - nada a apoiar a fundação no início da Basílica atual Notre-Dame.
06 de junho de 1182, o bispo de Lausanne, Roger de vicopisano (1178-1212), consagrada a igreja, que foi certamente ainda em construção. Esta dedicação é lembrado liturgicamente 26 de agosto no calendário diocesano. Ao contrário de outras bases semelhantes, a igreja rapidamente adquiriu - apesar de uma disputa entre o fundador e o priorado Cluniac de Payerne no chão - alguma autonomia ao mapa canônico: ela nunca dependeu de um freguesias vizinhas (em especialmente a freguesia de Villars-sur-Glane) e formou uma reitoria mencionado desde 1228 no cartulary de Lausanne. Não sabemos quase nada do edifício original

Foto: JoaquimfCandeias

Parar em mosteiros e ser afetado pela qualidade do silêncio encheu as orações diárias dos monges ou freiras.
Imbibe arte religiosa, um tesouro enterrado há séculos na paisagem Fribourg.
Sendo penetrado pelo mistério da fé, admirar as janelas dos grandes mestres, Józef Mehoffer e Alfred Manessier na Catedral
Saint-Nicolas. Contemplando o retábulo Mestres com o cravo ou rezar diante da Madona Negra na igreja Cordeliers ...
ou testemunhar esta fé viva durante a procissão de Corpus Christi a cada primavera.
Tomando o tempo para ouvir e se encantar com o órgão da Catedral, com o som deste instrumento musical
simboliza a herança cultural de um povo.

 Foto: JoaquimfCandeias



presentação
culto catolicismo
Tipo Catedral
Foto: Joaquim F Candeias
Início da construção 1283
Final de 1490 trabalho
Estilo dominante Arquitectura Gótica
geografia
Bandeira País de Suíça
cidade Fribourg
Coordenadas 46 ° 48 '22 "North 7 ° 09 '47" East
Geolocalização no mapa: Fribourg






Alguns apontamentos extraïdos da Wikipéedia Cathédrale

sexta-feira, 4 de março de 2016

Ciclo " Escritores - Memórias Vivas de Almada" com o escritor Alexandre M Flores



Realiza-se na próxima quarta feira dia 9 de Março, pelas 18h00, no Fórum Romeu Correia em Almada, na Sala Plabo Neruda, a última sessão do Ciclo "Escritores - Memórias Vivas de Almada", com a participação do historiador e escritor Alexandre Flores.

Neste ciclo - Memórias Vivas de Almada, dinamizadas pelas professoras, Angela Mota, Edite Condeixa e Edite Prata, já participaram os escritores, Fernando Barão, Luís Milheiro e Alexandre Castanheira, encerrando agora com o Dr Alexandre Flores que vai contar com a participação dos escritores. Armindo Reis, Jorge Arrimar e José Pinheiro.

1ª Parte

  • Apresentação do escritor Alexandre M. Flores e das suas obras existentes na Rede Municipal de Bibliotecas de Almada para empréstimo e consulta
  • Revisitação dos livros sugeridos para leitura prévia:


  • Abordagem aos mundos partilhados por Alexandre M. Flores, Maria Rosa Colaço e Romeu Correia pelas profs. Ângela Mota, Helena Peixinho e com a participação de Elsa Lopes
  • Intervenção do convidado Alexandre M. Flores

2ª Parte

  • A diversidade da escrita almadense num convívio literário através da leitura de pequenos excertos pelos próprios escritores:

- Armindo reis – “A Miúda do Espelho”
- Jorge Arrimar – “O Planalto do Kissonde”
- José Pinheiro – “Apeixonados”

3ª Parte

  • Conversa com o público e sorteio (grátis) de livros de todos os escritores presentes

NOTA: Será distribuída a folha de sala com texto e biobibliografia dos escritores participantes.

Dinamizado pelas professoras Ângela Mota, Edite Condeixa e Edite Prada


sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

REVISTA O SCALA - DA SOCIEDADE CULTURAL DE ARTES E LETRAS DE ALMADA - ESTÁ DE VOLTA

E recorda as capas dos livros editados pelos scalanos, referentes aos anos de 2013-2014 -2015
Após um interregno,"O SCALA",órgão oficial da Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada, está de volta, numa altura em que está patente ao público na Oficina de Cultura,em Almada,  a 22ª Festa das Artes da Scala. que está aberta ao público até dia 6 de Março.
O boletim da Scala faz referência  à  primeira edição em 1995 quando o Município abriu as portas da Oficina de Cultura, para que os artistas scalanos mostrassem a sua arte aos almadenses e a todos aqueles que se interessavam por Arte..

Aqui transcrevemos com a devida vénia o artigo do seu director Luís Milheiro:

" Na época estávamos a dar os primeiros passos e para conseguir realizar uma exposição artística, também abrimos as portas ao coleccionismo. Foi uma bela surpresa ver o que alguns dos nossos sócios coleccionavam. Apreceram brinquedos, relógios, esferográficas,canetas, cartazes, revistas de banda desenhada, peças de cerâmica,etc.
Também publicitámos a obra literária dos nossos escritores,algo que continuou a merecer a nossa atenção,em todas as edições.
Felizmente com a adesão de dezenas de artistas locais, a exposição tornou-se numa mostra de arte dos nossos associados, em todas as suas vertentes.E nunca mais parámos.

No inicio era apenas a Exposição Anual,mas a partir de 2003,passou a ser designada por Festa Das Artes da Scala (ideia de Luís Milheiro),por ser isso mesmo, uma Festa, que continua a receber de braços abertos, ano após ano,a Arte de todos os Scalanos ( sem qualquer tipo de selecção.Confiamos no bom gosto e sentido crítico de todos os associados que gostam de mostrar a sua arte...).

É por isso, com um orgulho desmedido que registamos que  nestes já 22 anos de Festa expuseram na Oficina de Cultura 108 artistas,todos sócios da nossa associação (condição essencial para participar na FESTA DAS ARTES DA SCALA, com obras de ; artistas decorativas, escultura, fotografia ,ilustração e pintura), que já nos brindaram com mais de 1600 obras de arte".

Depois faz referência a todos os artistas scalanos,das artes decorativas,desenho/ilustração, escultura,fotografia e pintura.deixando o aplauso e agradecimento, por continuarem a fazer parte da história, de uma forma tão colorida e bela.
A capa da revista bem como a contra-capa, toda ela faz referência aos livros editados nos anos de 2013, 2014 e 2015,obras essas escritas pelos scalanos

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

EXPOSIÇÃO - 65 ANOS DO SMAS DE ALMADA - A ÁGUA E O SANEAMENTO EM ALMADA

 "um compromisso de tudo fazermos para que pela exposição passem até ao dia 31 de dezembro pelo menos 10% dos almadenses"  disse :José Gonçalves, presidente dos Smas
A exposição pode ser vista todo o ano de 2016,sendo uma oprtunidade de conhecer a história do saneamento em Almada,horário.quintas feiras das 15,h30 às 17h00
Está patente ao público desde ontem dia 24, na Praceta Ricardo Jorge, nº 5 no Pragal a  Exposição "A água e o saneamento em Almada", levada a cabo pelos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento, realizada no âmbito da comemoração dos 65 anos,

A exposição oferece um percurso através da história, das atividades e dos processos de abastecimento de água que tornaram possivel que o bem precioso água chegue às torneiras de todos os almadenses.er a forma integrada como os SMAS edificaram a cobertura de saneamento para todos e o tratamento das águas residuais, para defesa da saúde pública e do meio ambiente, tendo concretizado o ciclo urbano da água a 100% em Almada.

Para o presidente do Conselho de Administração dos Smas, o vereador José Gonçalves, assumiu na   inauguração da exposição a água e o saneamento em Almada -" um compromisso de tudo fazermos para que pela exposição passem até ao dia 31 de dezembro pelo menos 10% dos almadenses, objetivo dificil,mas possivel se todos divulgarmos e acima de tudo organizarmos visitas conjuntas, basta comunicar com os smas e marcar (geral@smasalmada.pt ou pelo tefefone).

Daí deixou um desafio - "às escolas de todos os níveis de ensino, infantários, IPSS, centros de dia, universidades, às empresas, às coletividades de cultura e recreio, aos bombeiros, forças de segurança, juntas de freguesia,câmara Municipal,... a todos os almadenses. Façam dos 65 anos dos SMAS de Almada um momento de partilha porque a água é de todos"..

A exposição está patente durante o ano de 2016, esta é uma oportunidade  de conhecer a nossa história e ver de perto a complexa rede existente no subsolo,os equipamentos e materiais que tornam possivel o serviço prestado pelos  SMAS,

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

CICLO DE ESCRITORES - MEMÓRIAS VIVAS DE ALMADA - ESTA 4ª FEIRA COM LUÍS MILHEIRO,NO FÓRUM ROMEU CORREIA

Dando continuidade ao Ciclo de Escritores - Memória Vivas de Almada, e depois deste ciclo ter sido aberto pelo escritor Fernando Barão. A Sala Plabo Neruda, no Fórum Romeu Correia, recebe esta  quarta feira dia 3 de fevereiro, das 18h00 às 20h00 mais um encontro deste Ciclo de Escritores - Memórias Vivas de Almada, com o escritor almadense Luís Milheiro.

É o mais jovem dos quatros escritores que dão o titulo a este ciclo, que além da sua obra de ficção tem uma vasta obra sobre vultos do desporto, da história e da cultura almadense.Será uma boa ocasião para conhecermos melhor " o homem e a obra" deste relevante associativista do séc. XXI.

Na 2ª parte teremos convívio literário com os autores Maria Luísa Adães, Nuno Gomes dos Santos e Orlando Laranjeiro.
A sessão conta com um breve sketch com a participação, entre outras, da prof.Helena Peixinho (que evoca a Incrível Almadense, coletividade a que pertencem os intervenientes desta sessão) e conta também com a colaboração de Francisco Gonçalves, grande ator amador da Incrível.
O coautor de um dos livros selecionados de Luís Milheiro é o coronel Carlos Guilherme Sanches de Almeida, outro"incrível" presente neste encontro.

Lembramos o sorteio(grátis) de obras dos autores convidados e a oferta de folha com notas biográficas de todos os autores e textos de Luís Milheiro.

Continua patente a exposição "Escritores Memórias Vivas de Almada" na Sala Plabo Neruda.

 As sessões são de entrada livre mas por motivos organizacionais agradece-se a inscrição prévia (sem compromisso) na receção do Fórum Municipal Romeu Correia ou pelo telefone 21 27 249 20 / 23, até 20 de janeiro. Dinamizado pelas professoras da APCA-USALMA: Ângela Mota, Edite Condeixa e Edite Prada 


Apresentação do Ciclo de Escritores

Deseja-se com este ciclo continuar a partilhar leituras e autores que temos apreciado ao longo da vida e que consideramos “livros e escritores das nossas vidas”. O título deste ciclo foi inspirado no título de Alexandre Castanheira “ Romeu Correia - Memória Viva de Almada”.

 Entre os escritores contemporâneos da nossa terra consideramos “Memórias Vivas de Almada”, escritores com vasta e diversificada obra, na qual se destacam títulos relevantes que têm Almada e as suas gentes como cenário ou como tema: Fernando Barão, Luís Alves Milheiro, Alexandre Castanheira e Alexandre M. Flores 

Vamos dedicar um encontro a cada um, onde, Na 1.ª parte, se divulga alguma da sua biografia, os seus livros, uma apresentação breve dos livros selecionados, seguindo-se a intervenção do escritor. Mais abaixo indicam-se os livros selecionados de cada um, que como habitualmente nos grupos de leitores, servirão para ponto de partida do diálogo/debate no final da sessão.

Na 2.ª parte teremos a participação de outros escritores do concelho de Almada. Pretendemos a presença de escritores que participaram no ciclo anterior de “Livros das Nossas Vidas”, de três vencedores do Prémio Literário Cidade de Almada* e de outros:

 António Costa Neves*, António Lopes, Armindo Reis, Carlos Amaral, Fernando Fitas*, Jorge Arrimar, José Pinheiro, Luísa Adães, Miguel Almeida, Nuno Gomes dos Santos*, Orlando Laranjeiro, Vítor Fernandes. 

Cada um destes escritores (três por sessão) fará a leitura de excertos de uma das obras de sua autoria, que o próprio escolhe e que nos dá a conhecer, num intercâmbio literário entre vários autores presentes nestes encontros, que têm como objetivo principal contribuir para uma maior divulgação de nomes de escritores e de obras suas. 

A 3.ª parte é para o diálogo entre o público e todos os escritores (o escritor “Memória Viva” e os três convidados por sessão).

LIVROS SELECIONADOS

As obras selecionadas estão disponíveis para empréstimo e leitura prévia na Biblioteca Municipal do Fórum Romeu Correia. São as obras que servem de ponto de partida para diálogo/debate neste grupo de leitores. Habitualmente esse debate/conversa costuma ser entre o público e o apresentador da obra. Neste ciclo teremos a particularidade de contar com a presença dos próprios escritores/autores das obras, o que contribuirá para o tornar mais vivo e animado.

FERNANDO BARÃO - Dia 20 de janeiro
1. A Sombra dos Sentimentos, ed. de autor, 2002 (poesia)
 2. Um Almadense com Histórias: da Vida e da Caça, ed. de autor, 2003, “O Costa, Guarda-noturno” (crónica /conto)
 3. Clube Recreativo José Avelino, SCALA, 2004 (história local) .

LUÍS ALVES MILHEIRO - Dia 3 de fevereiro
1. Bilhete para a Violência, Almada, SCALA, 1995 (romance) 
2. Almoço de Poetas no Ginjal, Almada, 2012 (crónica poética) 

ANTÓNIO HENRIQUES 
 O Associativista e o Historiador de Almada (1915-2015), co-autoria com Carlos Guilherme Sanches de Almeida Comissão Organizadora da Comemoração do Centenário de António Henriques, 2015 (biografia/história local)

ALEXANDRE CASTANHEIRA - Dia 17 de fevereiro
 1. Tributo a Almada-Assim Aprendi a Olhar Almada, Poetas Almadenses, 2002 (poesia) 
2. Outrar-se, Campo das Letras, 2003 (romance) 
3. Uma Sereia Chamada Ermelinda, Junta de Freguesia de Almada, 2011 (teatro)


ALEXANDRE M. FLORES  - Dia 9 de Março
1. O Carnaval em Almada-Abordagem Histórico-Antropológica, Associação de Amigos da Cidade de Almada, 1998 (tradições/história local) 
2. Bulhão Pato na Outra Banda, Junta de Freguesia da Caparica, 2012 (biografia/história local)
 3. Chafarizes de Almada, com aguarelas de Carlos Canhão, Câmara Municipal de Almada, 1994 (património/história local)  

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

A cidade de Setúbal acolhe busto de Olavo Bilac

Casal brasileiro ficou radiante ao ver que em Portugal,mais concretamente na cidade de Setúbal, existe o busto de Olavo Bilac


Recentemente,numa  das minhas deslocações à cidade de Setúbal, deparei-me com o busto de Olavo Bilac, Para ser sincero,não sabia quem era Bilac, a curiosidade levou-me até ao pé do seu busto,onde lá se encontrava um casal, a tirar algumas fotos. Eu gentilmente ofereci-me para tirar uma fotografia,ao referido casal tendo por fundo o referido Busto, curiosamente o casal era brasileiro e encontrava-se em Portugal, em férias,os mesmos ficaram perplexos de verem no nosso país Um busto de Olavo Bilac,já que no Brasil não se encontra qualquer busto 
E eu questionei quem era Bilac, foi então que eu fiquei a conhecer a história de vida deste grande poeta e jornalista brasileiro e assim deixar aqui registado,este episódio e ao 
mesmo tempo dar a conhecer quem foi Olavo Bilac.

Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac (Rio de Janeiro16 de dezembro de 1865 — 28 de dezembro de1918) foi um jornalista, contista (vide ''Contos Pátrios''), cronista e poeta brasileiro do período literário parnasiano, membro fundador da Academia Brasileira de Letras. Criou a cadeira 15 da instituição, cujo patrono é Gonçalves Dias.
Conhecido por sua atenção à literatura infantil e, principalmente, pela participação cívica, Bilac era um ativorepublicano e nacionalista, também defensor do serviço militar obrigatório[1] em um período em que o exército usufruía de amplas faculdades políticas em virtude do golpe militar de 1889. O poeta foi o responsável pela criação da letra do Hino à Bandeira, inicialmente criado para circulação na capital federal da época (o Rio de Janeiro), e mais tarde sendo adotado em todo o Brasil. Também ficou famoso pelas fortes convicções políticas, sobressaindo-se a ferrenha oposição ao governo militar do marechal Floriano Peixoto. Em 1907 foi eleito "príncipe dos poetas brasileiros", pela revista Fon-Fon. Bilac, autor de alguns dos mais populares poemas brasileiros, é considerado o mais importante de nossos poetas parnasianos.
Fonte: WiKipédia

quinta-feira, 14 de maio de 2015

"ALFORGE DE HERANÇAS" UM LIVRO DE FERNANDO FITAS - PRÉMIO DE POESIA E FICÇÃO DE ALMADA 2014

"Há homens que semeiam rios,como se erguessem casas,para habitar eternamente o coração da terra e de quem os conheceu"
A mesa que procedeu á apresentação do livro,da esquerda para a direita; Joaquim Saial, António Jeromito, Fernando Fitas, José Gonçalves e Paulo Sucena

No passado dia 14 de março, do corrente ano,decorreu no Fórum Municipal Romeu Correia,na  Sala Plabo Neruda,a apresenta ação do livro"Alforge de Heranças" do jornalista Fernando Fitas,obra editada pela Associação Cultural Manuel da Fonseca,ilustrada por António Jeromito  e prefaciada por José do Carmo Francisco,tem como pano de fundo as expectativas e sonhos de uma geração,que acreditou ser possível erguer um futuro que supúnhamos roçar a bainha dos dedos,à espera que o agarrássemos, masque traiçoeiramente deixámos que fosse afastando do nosso horizonte,por inaptidão ou ingenuidade.

Organizado em duas partes,o livro evoca na primeira parte a "construção da Casa" como metáfora da construção de um país(um pouco à imagem do imaginário traçado por Virgílio em Eneida),dos sobressaltos e na fragilidade deste quotidiano com desafios e esperanças.
Na segunda parte, remete-nos para a imagética de um tempo em que os silêncios e os gestos fraternos se trasnformaram em gritos da revolta dos sonhos sufocados,ou se quisermos, um repositório de afectos,memórias,emoções,nostalgias e raivas,assentes na analogia pai -país,país -pai.

Nesta cerimónia para alem do autor do livro,estiveram presentes o vice-presidente da Câmara Municipal de Almada,José Gonçalves. a apresentação da obra esteve a cargo de Paulo Sucena, a leitura de poemas foi feita por José Vaz enquanto a parte musical foi do Coro Polifónico do Clube do Sargento da Armada.

O autor do livro,na sua intervenção começou por felicitar: 
A Câmara Municipal de Almada pela manutenção dos diversos prémios literários que há mais de 20 anos instituiu, visando incentivar os que usam a escrita como forma de expressão, teimando deste modo em continuar a apostar na cultura, apoiando e incentivando todos aqueles que se dedicam ao exercício da escrita e ao acto criativo.
Cabe-me ainda agradecer a disponibilidade evidenciada pela autarquia para patrocinar esta obra e para a realização da sessão que hoje aqui nos reúne.
Uma palavra de apreço, também, para a Associação Cultural Manuel da Fonseca, entidade que alguns meses antes de ser conhecida a deliberação unânime do júri de atribuir a este meu trabalho, o Prémio de Poesia e Ficção de Almada 2014, manifestou a disposição de publicar a obra"


Depois expressou um agradecimento e reconhecimento:
"Gostaria igualmente de expressar o meu reconhecimento pela imediata disponibilidade revelada pelo Coro Polifónico do Clube do Sargento da Armada para emprestar, com a sua colaboração, outro brilho a este nosso encontro. Aliás, o esmero com que seu maestro, Euclides Pio, encarou a participação neste evento, levou-o ao ponto de preparar um repertório especialmente para esta ocasião. Os meus agradecimentos, pois.
Quanto a Paulo Sucena, amigo de longa data, direi que tendo conhecido o original, cerca de um ano antes do mesmo ter sido enviado para a edição do Prémio, desde logo, manifestou vontade de proceder à apresentação do texto, se acaso ele viesse um dia a ser editado. O que ora acontece".

No que se refere à participação de José Vaz, Fernando Fitas, disse; 

"Trata-se de um companheiro que me tem dado o privilégio da sua colaboração em diversas ocasiões, nomeadamente na apresentação dos meus anteriores livros de poesia.
No concernente a intervenção de António Jeromito, expressa nas ilustrações que talentosamente concebeu para esta obra, direi tão só que, a par sermos amigos de infância, dado termos nascido na mesma terra, bebemos das mesmas fontes. E mais do que isso: comungamos de muitas memórias que o tempo não esbateu e que nos juntaram em 1986, no meu livro Amor Maltês e agora nos voltaram a reunir".


Sobre a sua obra "Alforge de Heranças",o autor enumerou algumas das facetas:

"Esta é, também, a segunda vez que concorro a tão prestigiado certame literário e, por feliz coincidência, a segunda que vi os meus originais premiados.
A primeira, ocorreu há dez anos, com o texto “ O Ressoar das Águas” e agora com “Alforge de Heranças”, obras que têm como pano de fundo, as expectativas e sonhos de uma geração, que acreditou ser possível erguer um futuro que supúnhamos roçar a bainha dos dedos, à espera que o agarrássemos, mas que traiçoeiramente deixámos que se fosse afastando do nosso horizonte, por inaptidão ou ingenuidade.

Foi um período de dez anos, no decurso do qual pouco escrevi em matéria de poesia, porque o exercício da actividade jornalística não me deixava tempo nem disponibilidade mental para me dedicar, enquanto artesão de palavras, a este laborioso ofício de domar emoções ou sossegar nostalgias.
Tenho para mim, que há homens que semeiam rios, como se erguessem casas, para habitar
eternamente o coração da terra e de quem os conheceu. São, por isso, também, eles, parte do edifício que suas mãos ergueram, ou se preferirmos, elemento indispensável à argamassa de que são feitas as viagens que os homens se concedem.
É, aliás, com o intuito de lhes prestar tributo, ante o modo como me ensinaram a olhar a vida, que procuro modestamente, através da escrita, dar testemunho de mim, ou seja, falar de um tempo que me pertence e que retenho ainda, como se fora a derradeira herança que de si resguardo, feita de vento, terra, aves e sol.

"Há coisas que são eternas,sobretudo,para quem as viveu" 

Por esse motivo, este é, porventura, o livro mais telúrico de quantos até hoje escrevi, constituindo, a meu ver, um repositório de afectos, memórias, emoções, raivas e nostalgias, que fui amealhando ao longo da minha existência, assentes na analogia pai-país, país-pai, e da simplicidade com que o meu progenitor, sempre cuidou da terra, das árvores e dos animais.
Há coisas que são eternas, sobretudo, para quem as viveu. A falta daqueles de quem mais gostamos, mas que a inexorabilidade da vida impediu que continuassem fisicamente a nosso lado, e a ausência dos amigos que partiram em busca dos rios que intentam o regresso à nascente de onde brotaram, ou, noutros casos, encontraram na emigração a única alternativa possível à indigna proposta que os governantes hoje lhes oferecem, são coisas que nenhuma borracha, apaga da nossa memória.

Este livro é tudo isso.
Pelo menos, foi essa a intenção que esteve na génese da sua elaboração, em ordem a que pudesse ser um subversivo veículo de denuncia, logo, um instrumento de transgressão ao modelo social que se funda no aparecimento de novos ricos, suportado na fabricação de milhões de pobres.
Talvez, por isso, como escreveu um dia António Ramos Rosa: “as palavras mais simples têm frio”. Não o frio característico de uma das quatro estações do ano, mas um frio mais agreste, que se instala por dentro de nós e nos congela os movimentos, tornando-nos inábeis ante a vilania da sociedade que nos cerca, e que nos trata como escravos de um reino que reduz o salário; nega o emprego aos jovens; nos cobre de impostos e de chagas e nos renega o pão, logo que em seu entender, deixamos de ser úteis aos desígnios de quem detém o poder, ou simplesmente, deixamos de dar lucro.
Neste contexto, confesso-me, habitante de um rio/casa, banhando um campo maior, ou seja, uma planície que soube preservar os anseios, esperanças e alegrias, de quantos vislumbraram no raiar desse dia já distante, a luz de um sol inteiro e verdadeiro, ocupando as mãos, lavrando os campos, saciando as aves e dando de comer aos animais".

Mas apesar das cicatrizes que carrego,permaneço na trincheira que escolhi

"Contudo, volvidas quatro décadas, confesso que no modesto alforge que transporto, resta-me apenas um pequeno álbum de memórias; um rio de antigas sedes que não cessam; uma bandeira trémula e delida e um punhado de raivas e de cardos. Nada mais.
Pouca fortuna tenho, dirão alguns. Mas apesar das cicatrizes que carrego, permaneço na trincheira que escolhi, alimentado por esse rio que corre sob a casa e cujas águas me incitam a intentar rasgar, com a caneta, sulcos de fraternidade, de amizade e esperança, mau grado o cinzentismo das montanhas que nos cercam.
Tudo isto, porque sendo o acto de escrita, um exercício eminentemente solitário, para mim, é, também, um gesto intrinsecamente solidário".

A finalizar agradeceu a todos pela  presença e de terem permitido partilhar com todos,este repositório de afectos e memórias..



quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

LANÇAMENTO DO LIVRO " MARCA DE SANGUE"DA ESCRITORA ISABEL MOREIRA REGO

DIA 7 DE FEVEREIRO,PELAS 15 HORAS,NO FORUM ROMEU CORREIA EM ALMADA


Este sábado,  partir das 15 horas, no Forum Romeu Correia,,na Praça da Liberdade em Almada, vai
decorrer o lançamento do livro "Marca de Sangue" da escritoria Isabel Rego Moreira, A cerimónia
é publica e nela vão estar presentes muitas pessoas ligadas à escrita e ao meio cultural
SINOPSE DOLIVRO
O acontecimento de uma grande mudança deixou de afetar toda a humanidade. Os vampiros modernos dos finais do século vinte trocam o sangue humano pelo sangue sintético. Uma criação em laboratório, de grande expansão mundial, comercializada pelos japoneses.
Sarah Wilson é uma recente vampira empregada de mesa num bar, numa pequena aldeia, nas periferias da cidade de Pádua. Trabalha no turno da noite. Esconde de todos os colegas que é uma morta-viva com medo de ser confundida com os vampiros sanguinários de séculos passados. Para
disfarçar a cor branca e transparente da sua pele usa maquilhagem adequada ao seu anterior perfil de humana.


Um dos colegas surgiu, distanciado dos outros, para a apoiar com a ajuda dos seus conhecimentos profissionais. Com a aproximação o humano, Rangello Giovanni, apaixona-se pela vampira Sarah.
Aos poucos descobre-se, um pouco por todo o mundo, que o próprio sangue dos vampiros funciona nos humanos como uma das energias mais poderosas. É possível que os humanos ao aceitar os vampiros acabem por aceitar a sua própria extinção?

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

LANÇAMENTO DO LIVRO -"É BREVE O AMANHÃ" DO AUTOR AMÉRICO MORGADO

NO FÓRUM ROMEU CORREIA- SALA PLABO NERUDA DIA 25 DE OUTUBRO PELAS 16 HORAS
É Breve o Amanhã" é um livro de poesia,cujo valor literário reside no seu verbo que tanto nos fala ao coração e no modo de olhar o mundo.
"

No próximo dia 25 de Outubro,o professor aposentado, Américo Morgado,prof na Usalma,docente de Ciência Politica e a Associação de Professores do Concelho de Almada,vão fazer o lançamento da quinta obra literária,poesia -È Breve o Amanhã- do autor Américo Morgado, em cerimónia que vai decorrer no Fórum Romeu Correia,na Sala Plabo Neruda,pelas 16 horas.
O autor Américo Morgado,nasceu em Lisboa em 1935,mas é almadense.Não se considera escritor,nem poeta,mas é alguém que escreve para não morrer.Num estilo próprio,e originalidade de fato,também recria das ideias deixadas pelos escritores da Língua Portuguesa desde os "Cancioneiros" até Camões e Pessoa Saramago,entre outros na Literatura Portuguesa.
Outra fonte de inspiração,fruto da especialidade académica,é a Filosofia desde a Antiguidade até à atualidade do século XX.O século XXI é nascido há pouco tempo e o que nos deu foi uma crise financeira e económica vertente inspiradora do livro -É Breve o Amanhã.

ACORDA

Viver
nesta sociedade é pesado
e por castigo tudo nos é tirado

e ter-se-á de viver ordenado
enformado pelo sofrimento
pela dor

e assim a sofrer,seremos salvos.


SENTIR O AMANHÃ

Levanto-me com sol a chamar-me.
A manhã é uma oração em cores de ternura.
Difícil,é o advir descartável,robotizado a florir.

É um sonho suspenso,uma fechadura por abrir.

Obras editadas pelo autor
Há Outros Caminhos Para o Sol  (Edição Minerva -2006)
Das Tuas Mãos Caem Palavras (Edição Atelier - 2008)
Diz-me Até Quando,,, (Edição Atelier - 2009)
Melodia de Água  (Edição  Apcalmada - 2011)

quarta-feira, 7 de maio de 2014

OS TRÊS QUEEN; ,ELIZABETH,VICTÓRIA E MARY2 FORAM AS GRANDES ATRAÇÕES NO RIO TEJO

OS TRÊS QUEEN DA "CUNARD" ESTIVERAM ESTA TERÇA FEIRA EM LISBOA


O rio Tejo e a cidade de Lisboa, receberam esta terça feira dia 6 os três navios da "Cunard", o Queen Elizabeth, o Queen Victória e o Queen Mary2, aqui na imagem acosta ao cais da Cebolas em Lisboa e que trouxeram á nossa capital mais de 18 mil turiasta e que para o nosso país é um record que fica par  a HISTÓRIA.
Lisboa e o Tejo e os Queen

O Elizabeth é o mais novo navio de luxo, nomeado em 2010 por sua majestade a Rainha.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

COSTA POLIS SOFREU ROMBO,OS DANOS PROVOCADOS PELA INTEMPÉRIE

COSTA DE CAPARICA MAR REVOLTOSO PROVOCOU ESTRAGOS
O estado em que ficou alguns dos bares de apoio de praia, resultante do mau tempo que ocorreu no passado dia 2 de Fevereiro
E tudo o mar levou....

O molhe situado na zona do parque de campismo do Inatel foi o que mais sofreu com as investidas da ondulação
Dos muitos bares existentes este foi um dos que mais estragos sofreu
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AQUI PARTILHAMOS UM COMUNICADO ESCLARECIMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE ALMADA

Responsabilidade pelos danos provocados na Costa da Caparica pela intempérie

Tendo presente notícias vindas a público sobre a questão das responsabilidades relativamente à reparação dos danos provocados pela situação de intempérie que recentemente afetou a Costa da Caparica, entende a Câmara Municipal de Almada prestar os seguintes esclarecimentos:

A responsabilidade pelos apoios de praia é do Governo. Os concessionários dos apoios de praia pagam renda dos espaços que exploram à Sociedade Costapolis, SA.

A dissolução da Sociedade Costapolis, decidida pelo acionista maioritário Estado com a frontal oposição do acionista minoritário Município de Almada, criou uma situação de absoluto vazio ao nível da gestão das responsabilidades próprias daquela sociedade – como a Câmara Municipal de Almada vem sublinhando em permanência –, cabendo por isso exclusivamente ao Governo responder no presente aos problemas suscitados pelos concessionários dos apoios de praia.

É assim ao Governo que os concessionários dos apoios de praia se devem dirigir exigindo a adoção das medidas adequadas à reparação dos danos sofridos. A Câmara Municipal de Almada expressa entretanto, e uma vez mais como vem fazendo desde a primeira hora, a sua disponibilidade para prosseguir a intervenção no terreno, através da cedência de máquinas e trabalhadores que asseguram as operações de limpeza e remoção de destroços depositados na área atingida pelo temporal, procurando minimizar os efeitos dos danos provocados.

A falta de rigor na atribuição das responsabilidades relativas à reparação dos danos, que notícias recentes veiculadas por alguns órgãos de comunicação social traduzem, só poderá resultar em prejuízo dos próprios concessionários e da população da Costa da Caparica.

Aqueles que antes defenderam a dissolução da Sociedade Costapolis, e que surgem agora a tentar confundir a opinião pública sobre esta matéria, deverão igualmente ser responsabilizados por tudo quanto, no presente e no futuro, ameaça seriamente a concretização do Plano de Desenvolvimento Estratégico da Costa da Caparica.

A Câmara Municipal de Almada informa ainda que se encontra agendada uma reunião com todos os interessados nesta matéria, a realizar no próximo dia 15 de fevereiro, sábado, às 18.00 horas no Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental na Costa da Caparica, no quadro de um processo de ampla auscultação que visa contribuir ativamente para que seja possível encontrar as soluções que permitam a adoção das medidas adequadas e eficazes à resolução dos problemas registados e à prevenção de eventuais danos futuros.

Almada, 7 de Fevereiro de 2014
O Presidente da Câmara Municipal de Almada

sábado, 11 de janeiro de 2014

NAS TERRAS FRIAS E ÁRIDAS, ENCONTREI ENCANTO E BELEZA, VI MUITA GENTE E COISAS VÁRIAS, MAS TAMBÉM ALGUMA TRISTEZA

A CIDADE.

11 de janeiro de 2014 às 11:50

NASCI NO CAMPO.

QUEM MORA NA CIDADE,
PODIA MORAR NO CAMPO,
NASCI E VIVI NA LIBERDADE,
NOS MONTES VI ENCANTO.

                2
NAS TERRAS FRIAS E ÁRIDAS,
ENCONTREI ENCANTO E BELEZA,
VI MUITA GENTE E COISAS VÁRIAS,
MAS TAMBÉM ALGUMA TRISTEZA ,

               3
ANDAVAM OS HOMENS TRISTES,
TRISTES COMO ERAM OS CAMPOS,
A TRISTEZA QUE SÓ AGORA VISTES,
ALGUNS ATÉ CHORAVAM PELOS CANTOS.

              4
A VIDA NAS CIDADES CATIVA É BELA,
QUANDO CHEGAM AS CARÊNCIAS,
ELAS POEM OS HOMENS DE SENTINELA,
ATÉ PROVOCAM ALGUMAS OCORRÊNCIAS,

De.......... José Inácio.
Aqui partilho este trabalho de um grande amigo, José Inácio Nobre

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

RELÓGIO DO ARCO DA RUA AUGUSTA

NO ARCO DA  RUA AUGUSTA FOI ABERTO AO PÚBLICO O TERRAÇO E DAI TEM-SE UMA OUTRA VISÃO SOBRE LISBOA E A BAIXA POMBALINA

O relógio da Rua Augusta tem marca de Almada.

NATAL DE 2013

UM SANTO NATAL DE 2013
Nos meus tempo de meninice, não existia ao Pai Natal, nós crianças de então fazíamos os nossos pedidos ao menino Jesus e na noite de Natal, lá ìamos nós colocar o sapatinho na chaminé, para que durante a noite e madrugada o menino Jesus descesse pela chaminé, para colocar as prendas nos sapatinhos.
Depois a cama nos esperáva-nos,com os sonhos de quando acordássemos, estivesse algo no sapatinho e assim sucedia, logo de manhã o primeiro a acordar  ia à cozinha espreitar à chaminé para ver se os sapatinhos já tinham as prendas.Confirmada as prendas ia-mos para o quarto acordar os manos e as manos e todos saltavam da cama como que impulsionados por uma mola, e nos dirigíamos para a cozinha,  para ver que o menino Jesus tinha colocado no sapatinho.
As prendas era simples, chocolates,rebuçados, um brinquedo de madeira ou de latão, uma boneca enfim, todos ficava-mos felizes, mas direi que nem sempre o menino Jesus descia às chaminés, nem sempre tìnhamos brinquedos.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Almada,Antiga ou Almada Velha?

Largo da Boca do Vento.
O muro que ladeia a parte  da Quinta da Casa da Cerca e que todos os anos nos proporciona essa beleza.
O porquê de eu chamar Almada Antiga e não Almada Velha.Minutos antes de captar essa imagem encontrei um dos grandes historiadores da nossa terra, que se chama Dr.Alexandre Flores, enquanto eu lhe disse que estava a fazer uma visita por Almada Velha, ele retorquiu, não Candeias, você está visitando Almada Antiga.
E de fato eu estava a visitar Almada Antiga e não Almada Velha.
Vamos continuar a perservar a nossa Almada Antiga

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

A PSORÍASE É UMA DOENÇA AUTO-IMUNE,CRÓNICA QUE SE MANIFESTA NO NOSSO MAIOR ORGÃO A PELE


COMUNICADO DE IMPRENSA

No dia 29 de Outubro


Dia Mundial da Psoríase celebra-se com espetáculo “PsoRia-se, Contagioso é o Riso”

 
O Teatro Armando Cortez, em Lisboa, recebe, no dia 29 de Outubro, pelas 21h30, o espetáculo “PsoRia-se, Contagioso é o Riso!”, uma iniciativa da PSOPortugal – Associação Portuguesa de Psoríase – no âmbito das comemorações do Dia Mundial da Psoríase. O espetáculo, que após o sucesso do ano passado realiza este ano a sua segunda edição, conta a apresentação de Nilton e com a participação dos humoristas Diogo Faro e João Pinto, e dos músicos José da Câmara, Mico da Câmara Pereira, João Portugal, Ana Stilwell e Anjos.

 

O objetivo da iniciativa, que reúne vários artistas, de diferentes áreas, em torno de uma causa social, é alertar para o preconceito de que são alvo os doentes de psoríase, muitas vezes devido à ideia errada de que a psoríase é uma doença contagiosa.

 

“O humor e a música são ótimas formas de desmistificar o preconceito que ainda existe em relação à psoríase. No ano passado esta iniciativa teve uma adesão extraordinária, e estamos confiantes de que esta segunda edição, com mais artistas e maior variante, vai ser um enorme sucesso”, refere Vítor Baião, Presidente da PSOPortugal. E acrescenta: “Com o contributo de todos vamos conseguir desmistificar a doença e acabar com o preconceito e com a descriminação que afeta os doentes de psoríase”.

 

As entradas para o espetáculo são gratuitas e, por cada espectador, serão atribuídos 10 euros à PSOPortugal. Os bilhetes podem ser reservados através do número 218 508 114 (dias úteis das 10h00 às 13h00 e das 15h00 às 17h00) e levantados na loja do Diário de Notícias, na Avenida da Liberdade.

 
A psoríase uma doença crónica da pele que afecta 250 mil portugueses e mais de 125 milhões de pessoas em todo o mundo. Este ano o tema escolhido para assinalar o Dia Mundial da Psoríase é “Psoríase Sem Fronteiras, Tratamento Para Todos”, que pretende, simultaneamente,

sensibilizar a população para o facto de que a psoríase não conhece fronteiras mas também que o acesso ao tratamento deve ser garantido a todos os doentes.

 

Sobre o Dia Mundial da Psoríase




O Dia Mundial da Psoríase, a 29 de Outubro, foi celebrado mundialmente, pela primeira vez, em 2004, tendo sido instituído para mostrar à sociedade uma doença escondida. Trata-se de um evento verdadeiramente global que se propõe a dar voz aos 125 milhões de pessoas que sofrem de psoríase/artrite psoriática.

 

Sobre a PSOPortugal


A PSOPortugal – Associação Portuguesa da Psoríase, entidade com oito anos de existência, constituída em 2005, tem vindo a defender, apoiar e dar voz aos doentes de psoríase. E também a alertar e sensibilizar a sociedade para a discriminação social e profissional de que são alvo os cerca de 250 mil portugueses que sofrem de psoríase. É uma entidade sem fins lucrativos, com intervenção a nível nacional. Actualmente é sócia da Federação Internacional das Associações de Psoríase (IFPA) e da Federação Europeia das Associações de Psoríase (Europso).

Sobre a Psoríase



Uma imagem ilucidativa como a doença se desenvolve
no nosso maior orgão a pele
A psoríase é uma doença auto-imune, crónica que se manifesta no nosso maior órgão – a pele, não contagiosa, que pode surgir em qualquer idade. O seu aspecto, extensão, evolução e gravidade são variáveis, caracterizando-se pelo aparecimento de lesões vermelhas, espessas e descamativas, que afectam sobretudo os cotovelos, joelhos, região lombar, couro cabeludo e unhas. Desenvolve-se quando o sistema imunitário do corpo faz disparar um crescimento rápido das células cutâneas. Na pele saudável, as células amadurecem e perdem-se em 28 a 30 dias. Nas pessoas com psoríase, este processo acelera-se 3 a 4 dias. A origem da psoríase não está totalmente esclarecida.

Cerca de 10 por cento dos doentes acabam por desenvolver artrite psoriática. Esta traduz-se por dor e deformidade, por vezes bastante debilitante, das pequenas ou grandes articulações.

Em Portugal esta doença afecta mais de 250 mil pessoas e cerca de 125 milhões em todo o mundo.

Nota do autor do blog- neste texto de comunicado apenas inseri a imagem acima, no sentido de chamar a atenção das pessoas, dizendo que essa doença não é contagiosa

Não podia ficar indeferente, dai publicar este comunicado da A PSOPortugal – Associação Portuguesa da Psoríase.
JoaquimCandeias