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domingo, 11 de agosto de 2019

PALMIRA CLARA DEDICOU O SEU LIVRO - DO AMOR À ESPERANÇA - AOS SEUS PAIS E HOMENAGEOU A SUA PROFESSORA PRIMÁRIA

A escritora Palmira Clara na apresentação do seu livro, tendo a seu lado o dirigente Lobato, distinto Coordenador da Delegação do Feijó do Clube do Sargento da Armada.
Foto de autoria:Marta Vaz


Realizou- se no passado dia 21 de julho, na Sede Social do Clube do Sargento da Armada, no Feijó, a apresentação do livro Do Amor à Esperança, da autora Palmira Clara,uma apresentação que constituiu um grande êxito,graças a muitos factores mas sobretudo aos fantáticos leitores,declamadores,fãs,enfim todos os que estiveram com a autora e participaram,nessa apresentação.


A Universidade Sénior D. Sancho I, se fez representar pela presença do seu Director, o Exmo Senhor Coronel Evaristo, e a SCALA, pela presença das suas Presidente e vice- Presidente da Direcção para as actividades Administrativas, Exmas. Senhoras. Maria Gertrudes Novais e Manuela Silva, respectivamente.

Abriu a sessão o dirigente Lobato,do Clube Sargento da Armada,agradecendo a presença de todos neste ato de apresentação do livro Do Amor à Esperança


No discurso de apresentação a autora Palmira Clara, enquadrou um poema de Sebastião da Gama, “pelo Sonho é que vamos”,e outro, depois agradeceu e passou à apresentação do livro,enquadrando no seu discurso a leitura de um poema de Sophia de Mello Breyner Andersen, “25 de Abril” referiu os valores de Abril,sem os quais não seria possível estarmos ali, independentemente do partido politico a que alguém pertença ou deixe de pertencer.
Enquadram-se estes valores na minha própria educação e mais ainda,no meu poema Natália. Eu não lutei pelo 25 de Abril,apenas usufro dele.Mas para que eu possa usufruir,outros sofreram,lutaram e quase perderam a vida e alguns perderam mesmo. Valores que não posso esquecer. Valores que aprendi com as pessoas referidas no meu livro, um exemplo é o D. Fausto Leite, advogado que muita gente conhece, como especialista que é em direito de trabalho e toda a vida andou nas lides sindicais e não só.

Como diz a artista Marisa "há pessoas de quem nem o nome lembramos ouvir mas há outras que marcam a vida da gente", o DR. Fausto Leite e a minha professora Natália foram as principais pessoas que marcaram a minha vida, sem falar dos meus pais claro.
Foto de autoria:Marta Vaz

Depois passamos ao momento musical com Eusébio,na harmonica de boca,Graça Molino,cantora, poetisa,compositora e violinista, Fernando Lopes e Francisco Curtinha nas violas todos do quarteto SEXTANTE.

A Graça Molina interpretou duas canções de sua autoria e declamou um poema meu, intitulado, “o Mar”.

Mais pessoas declamadores: o poeta Carlos Gaspar, declamou “Um dia falaremos”,que agora não recordo; A Teresa Gaspar,
A autora autografando o seu livro para o Comandante Ganhão.Foto de autoria:Marta Vaz


O comandante Ganhão declamou "Alma Atormentada"  e emociou-se até às lágrimas porque disse-me depois(e não foi só ele)o meu poema o remeteu para o tempo em que partiam em missões.  


No final foi servido um delicioso Moscatel que o Clube do Sargento da Armada ofereceu para brinde.

A autora  fez questão de agradecer a todos quantos estiveram,na apresentação do seu livro, deixando a seguinte mensagem:
A escritora Palmira Clara ao centro ladeada por duas poetizas.Maria Gertrudes Novais e Manuela Silva.
Foto de autoria:Marta Vaz


" Hoje é dia de saborear as flores.A todos quantos estiveram na sessão de apresentação do meu livro Do Amor à Esperança,por caminhos de Santiago,deixo o muito obrigada.Sem a vossa presença não seria possível.Foi um sucesso que a vós devo,por estarem lá, por participarem declamando,por terem adquirido o meu livro. Os meus sentidos ainda não fizeram totalmente o retorno. Ainda me sinto emocionada ao ouvir-vos declamar os meus humildes poemas. Ainda lembro cada rosto vosso, cada olhar, cada sorriso acolhedor.


Ao clube do Sargento da Armada,o meu agradecimento maior por ter tornado possível este evento e pelo carinho com que me receberam. Ganhei amigos.

Sinto-me cada vez mais rica de amizade.Ontem,alguém me dizia: " venha mais vezes,aqui no clube somos uma família"
Pois sinto-me completamente adotada.Obrigada a todos".
O Sargento Viegas  que fundou o CSA também declamou e
discursou.Foto de autoria:Marta Vaz


Sobre o Livro Do Amor à Esperança,a autora disse-nos:

"É um livro de poesia intimista, nele a autora fala de amor nas mais diversas formas de amor.Transporta-nos para o romance,por vezes sensual, na natureza calma,fala -nos da mesma natureza que descreve duma forma ímpar no seu crepúsculo, por exemplo,em harmonia perfeita dos quatros elementos,fala-nos do amor fraternal com uma eloquente paixão,no seu poema "Musa".


Pode consulta no link abaixo:

 LINK:: 


Palmira Clara dedica o seu livro aos pais
Aspeto parcial onde não faltou a guitarra.Foto de autoria:Marta Vaz

Dedico este livro em primeiro lugar a meus pais. A meu pai, José Clara, nascido e criado no campo e mais tarde operário em Lisboa, possuidor de uma sensibilidade ímpar que recordo no seu sorriso e no seu olhar; a minha mãe Maria da Conceição, que, cedo, ainda antes de eu entrar na escola, me ensinou a amar a poesia e me deu a conhecer Almeida Garrett, Gonçalo Anes (o Bandarra), Fernando Pessoa, entre outros; ao Dr. Fausto Leite, Advogado - meu “mentor”, que, entre outras coisas, me ensinou a buscar a perfeição no fazer das coisas, amigo, presente nas decisões mais importantes da minha vida; a meus filhos e, por extensão a meus netos, sem eles provavelmente eu já teria desistido de viver; à Marta Vaz que tem estado ao meu lado, com muito carinho.

" Através deste livro presto homenagem, à minha professora da 5ª e 6ª classe, na escola de Alvalade, Lisboa, entre 1968/70, Natália Patrocínio Bonet de Rego Chaves, que me incentivou a escrever poesia, aos meus onze anos"

HOMENAGEM PÓSTUMA
Palmira Clara deixou ainda uma mensagem para  a sua melhor amiga  Ana Bela Ferreira
"Um esquecimento imperdoável,mas ninguém é perfeito.Agradeço à minha irmã de coração Ana Bela Ferreira que me cedeu a fotografia da da turma.Essa fotografia que ela protegeu como quem protege a própria vida pois foi de Portugal antes do 25 de abril para Mocambique e "retornou" muitos anos depois".
Homenagem Póstuma

Através deste livro presto homenagem, à minha professora da 5ª e 6ª classe, na escola de Alvalade, Lisboa, entre 1968/70, Natália Patrocínio Bonet de Rego Chaves, que me incentivou a escrever poesia, aos meus onze anos de idade, a qual veio a falecer em abril de 1973. Gostaria de tê-la comigo neste momento para lhe mostrar o meu livro, diria o nosso, livro, pois este foi um sonho a duas; para ela uma homenagem muito especial e para todas as professoras que conseguem ver para além do simples aluno. 

Ela que me ensinou o valor da leitura, da liberdade, da verdade, da justiça. Sem ela não seria o que fui. Sem ela não seria quem sou nem o que serei. Querida Professora Natália, estás viva em mim, continuarás sempre ao meu lado, presente nos meus modestos versos, com todo o meu amor.

Uma vida ligada ao movimento Sindical?

" Sim desde os 17 aos 34 anos estive sempre ligada ao  movimento sindical como funcionária, foi uma parte importante da minha vida. Depois dos 34 anos é que me dediquei exclusivamente à solicitadora e abandonei os meios sindicais por não conseguir conciliar as duas coisas.Era muito para uma mulher só"

A escritora Palmira Clara, dirigiu-nos um convite de antecipação,a estar presente na próxima apresentação que, em principio terá lugar na biblioteca Municipal da Trafaria, Largo da República,no Mercado Municipal,em colaboração com a Junta de Freguesia de Trafaria,melhor dizendo União das Juntas de Freguesias de Caparica e Trafaria e que em principio prevê para dia 28 de Setembro, pelas 10 horas(mas sujeita a confirmação).


O Convite estende -se a todos que queiram participar nesse evento cultural. 

O livro e e-book é uma edição de comercialização de            www Amazon.com   e claro pode ser também adquirido à propria autora.




sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

REVISTA O SCALA - DA SOCIEDADE CULTURAL DE ARTES E LETRAS DE ALMADA - ESTÁ DE VOLTA

E recorda as capas dos livros editados pelos scalanos, referentes aos anos de 2013-2014 -2015
Após um interregno,"O SCALA",órgão oficial da Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada, está de volta, numa altura em que está patente ao público na Oficina de Cultura,em Almada,  a 22ª Festa das Artes da Scala. que está aberta ao público até dia 6 de Março.
O boletim da Scala faz referência  à  primeira edição em 1995 quando o Município abriu as portas da Oficina de Cultura, para que os artistas scalanos mostrassem a sua arte aos almadenses e a todos aqueles que se interessavam por Arte..

Aqui transcrevemos com a devida vénia o artigo do seu director Luís Milheiro:

" Na época estávamos a dar os primeiros passos e para conseguir realizar uma exposição artística, também abrimos as portas ao coleccionismo. Foi uma bela surpresa ver o que alguns dos nossos sócios coleccionavam. Apreceram brinquedos, relógios, esferográficas,canetas, cartazes, revistas de banda desenhada, peças de cerâmica,etc.
Também publicitámos a obra literária dos nossos escritores,algo que continuou a merecer a nossa atenção,em todas as edições.
Felizmente com a adesão de dezenas de artistas locais, a exposição tornou-se numa mostra de arte dos nossos associados, em todas as suas vertentes.E nunca mais parámos.

No inicio era apenas a Exposição Anual,mas a partir de 2003,passou a ser designada por Festa Das Artes da Scala (ideia de Luís Milheiro),por ser isso mesmo, uma Festa, que continua a receber de braços abertos, ano após ano,a Arte de todos os Scalanos ( sem qualquer tipo de selecção.Confiamos no bom gosto e sentido crítico de todos os associados que gostam de mostrar a sua arte...).

É por isso, com um orgulho desmedido que registamos que  nestes já 22 anos de Festa expuseram na Oficina de Cultura 108 artistas,todos sócios da nossa associação (condição essencial para participar na FESTA DAS ARTES DA SCALA, com obras de ; artistas decorativas, escultura, fotografia ,ilustração e pintura), que já nos brindaram com mais de 1600 obras de arte".

Depois faz referência a todos os artistas scalanos,das artes decorativas,desenho/ilustração, escultura,fotografia e pintura.deixando o aplauso e agradecimento, por continuarem a fazer parte da história, de uma forma tão colorida e bela.
A capa da revista bem como a contra-capa, toda ela faz referência aos livros editados nos anos de 2013, 2014 e 2015,obras essas escritas pelos scalanos